Russa Inglês

Traduções em contexto de 'russa' en português-inglês da Reverso Context : federação russa, montanha russa, máfia russa, montanha-russa, roleta russa Formas compostas: Inglês: Português: play Russian roulette with [sth] v expr verbal expression: Phrase with special meaning functioning as verb--for example, 'put their heads together,' 'come to an end.': figurative (take a foolish risk) (correr um risco tolo): fazer roleta russa loc v locução verbal: Conjunto de verbo auxiliar (normalmente 'ser', 'estar', 'ter', 'haver') e verbo principal ... Russia - Kupol Mine Project : environmental assessment : Environmental impact assessment (Inglês) Resumo. This environmental assessment of the Russian Federation Kupol Mining Project (a MIGA project) assesses the environmental impacts associated with the project and discusses recommendations for mitigating them. Corujas Wallpaper Língua Russa Idioma Inglês Aprender Russo Aprender Alemão Aprender Inglês Frases Em Inglês Palavras Em Inglês Gramática Inglesa. Lingua Aprender Russo Aprendizado De Língua Russa Livro Didático Crianças Aprendendo Ensino Em Casa Educação Língua Russa Idiomas. The FTS and the World Bank have discussed the vision for their cooperation; The FTS is leading an international community on digital transformation Since 1904 TASS has been Russia’s leading news agency. For more than 113 years, TASS has ceaselessly strived to deliver the latest and most accurate news from around the world Procura um curso de russo online? Na Preply, tem aulas de russo com os melhores professores e falantes nativos. Experimente as práticas aulas online e veja como aprender russo rápido. Agende já a sua aula e fique com o russo na ponta da língua. Tradução de 'Rússia' e muitas outras traduções em inglês no dicionário de português-inglês. Aprendizado De Língua Russa Verbos Inglês Aprender Gramática Do Inglês Lista De Verbos Lista De Vocabulário Alfabeto Russo Língua Russa Idiomas Aprender Russo. List of the 100 Most Important Russian Verbs. The list of the 100 most important Russian verbs for your daily use. These verbs have been selected on the basis that they are most ... Alfabeto Russo Lingua Aprendizado De Língua Russa Palavras Do Alfabeto Como Falar Francês Aprender Inglês Aprender Russo Língua Russa Idiomas. Russian verbs in present tense – Fast Language Mastery. There are 2 verb conjugations in Russian language: the 1st conjugation and the 2nd conjugation. The possible verb endings in the infinitive ...

O stalinismo nunca apoiou nenhuma revolução; as boicotou (I)

2020.09.14 20:25 Des777soc O stalinismo nunca apoiou nenhuma revolução; as boicotou (I)

Vi, em um debate recente, uma viúva de Stálin afirmar que as revoluções e implantações de estados operários em várias partes do mundo foi fruto da política do “socialismo em um só país” aplicada pela União Soviética a partir de meados da década de 1920. O debatedor encheu os pulmões para louvar o stalinismo, atribuindo à burocracia soviética os processos de libertação nacional e independência dos países coloniais e de governo operário no leste europeu, China, Coreia, Vietnã, Cuba…
Essa, no entanto, não é uma análise científica. O que realmente aconteceu foi muito diferente do propagado pelos stalinistas.
A teoria do “socialismo em um só país” foi desenvolvida em um momento no qual a burocracia stalinista havia tomado conta do Partido Bolchevique após a morte de Lênin com o único objetivo de se encastelar no Crêmlin e proteger-se de quaisquer turbulências. Foi uma desculpa para trair a tradição internacionalista fundada por Marx e Engels de promover a revolução mundial, afirmando que a URSS, após a guerra civil e as derrotas das revoluções pós-Revolução Russa, não tinha condições de levar adiante a organização do proletariado internacional para a tomada do poder.
O verdadeiro motivo era que, caso ocorressem revoluções em outras partes, essas transformações dariam um ímpeto à própria classe operária soviética, que já havia passado pela experiência revolucionária menos de dez anos antes, e esta se movimentaria novamente para reaver a política de 1917, desvirtuada e traída pela burocracia. Para recuperar a organização independente nos sindicatos – domesticados pela mão de ferro do estado operário degenerado -, os direitos conquistados após a revolução e que depois foram sendo retirados por Stálin – como o direito das mulheres ao aborto – e, finalmente, para retomar para si o poder do Estado, derrubando a casta burocrática que parasitava o aparelho partidário e estatal.
A burocracia – como qualquer burocracia reacionária – tremia só de pensar em perder os seus privilégios adquiridos à custa da classe trabalhadora.
Foi assim que, já em 1926, diante de uma greve geral de características revolucionárias na Inglaterra, a política externa stalinista tratou de conter o movimento operário inglês ao ficar à reboque dos sindicalistas social-democratas no Comitê Anglo-Russo, que traíram a greve e acabaram com ela. No ano seguinte, foi a vez de uma experiência ainda mais catastrófica na China, quando a aliança com o já reacionário Kuomintang levou o Partido Comunista a uma derrota avassaladora e a um banho de sangue dos operários que se ergueram em Xangai, desorganizando completamente o movimento popular chinês pela repressão do Kuomintang.
Após essas fatídicas derrotas, o stalinismo e a III Internacional controlada por ele implementaram um giro de 180 graus, indo da direita para o ultra-esquerdismo. Na Alemanha, por exemplo, os comunistas se recusaram a fazer uma frente única com a social-democracia contra a ascensão de Hitler e na França chegaram a apoiar ações fascistas contra a mesma social-democracia. Era a política do “Terceiro Período”, que pregava o “social-fascismo”, afirmando que não se poderia mais fazer alianças com os reformistas (mesmo eles sendo majoritários no movimento operário), porque eram o braço esquerdo do fascismo. Imaginavam, ademais, que seria até bom a subida ao poder dos fascistas, porque estes desestabilizariam a tal ponto o regime político burguês que enfraqueceriam a burguesia e, sendo eles próprios muito frágeis, abririam o caminho para a revolução socialista!
Depois de mais um ciclo de derrotas, com os nazistas enviando tanto os comunistas como os social-democratas para os campos de concentração, o stalinismo implementou um novo giro de 180 graus em sua política centrista, pregando novamente uma colaboração de classes com a burguesia e promovendo as chamadas frentes populares em todos os lugares.
Após aliar-se com os fascistas, portanto, o Partido Comunista Francês, sob as ordens da III Internacional, formou uma frente com o Partido Socialista e o Partido Radical em um movimento de ascensão revolucionária do proletariado francês. Essa frente serviu ao único propósito de conter o desenvolvimento da classe operária para a tomada do poder. Intensas agitações infestaram o país em 1936, com greves e ocupações de fábricas, até explodir uma greve geral de características revolucionárias. A frente popular, que estava no governo, teve de entregar os anéis para não perder os dedos, e o PCF foi fundamental nessa política, tanto de boicotar o movimento como de acabar com a greve fazendo concessões para que a crise revolucionária terminasse sem a tomada do poder pelo operariado, mantendo assim a burguesia no controle da situação.
Caso ainda mais grave foi na Espanha. O governo republicano teve forte apoio do Partido Comunista, sendo, assim, um governo de frente popular e colaboração de classes, e tendo chegado ao poder graças à mobilização radical dos trabalhadores espanhóis. A situação evoluiu de maneira que, em 1936, estourou uma revolução, na qual os operários ocuparam fábricas e os camponeses, as terras. A burguesia reagiu com o fascismo entrando em guerra civil com os republicanos e seus aliados comunistas e anarquistas. Durante a guerra, que durou até 1939, ao invés de tomar as armas para, enquanto lutava contra o fascismo, desenvolver o caráter socialista da revolução, os comunistas praticaram uma política tão direitista quanto os republicanos.
Mas o fato mais marcante da revolução espanhola foi o papel da própria URSS. Em sua política internacional de conciliação com os países imperialistas “democráticos”, concordou em não intervir do lado republicano na guerra, mas ao mesmo tempo a Alemanha e a Itália enviavam homens e armas para as tropas de Franco. Quando a situação degringolou, os soviéticos se limitaram a criar brigadas internacionais (sob a pressão do movimento operário mundial), controlando-as rigidamente, sem o poder necessário e possível para intervir de verdade na guerra a fim de desequilibrar o conflito a favor da República.
Quando chegaram à Espanha, as brigadas, subordinadas ao Partido Comunista (que, por sua vez, era subordinado a Moscou) substituíram, à força, as milícias operárias, transformando-as em exército regular e as incorporando nas tropas republicanas, que, naquele momento, já estavam em claro declínio. O ponto mais dramático foi o confronto do Partido Comunista com os militantes do Partido Operário de Unificação Marxista (POUM), que era tachado de trotskista, e que levou a uma repressão violentíssima de seus militantes pelos oficiais do PCE, desintegrando o POUM e jogando a pá de cal na última esperança de organização independente dos operários espanhóis. Isso já foi em 1939 e tornou-se fundamental para a derrota das forças de esquerda para o franquismo, que impôs seu domínio sobre o país transformando a Espanha em um estado fascista que durou 35 anos.
(Continua)
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2020.08.12 01:52 pedceron Rússia pode estar mais avançada do que imaginamos em vacinas

O registro de uma vacina ao final da fase II de estudos clínicos como "aprovada" foi jogada de marketing do governo russo. A própria vacina de Oxford concluiu a fase II antes. Eles precisam mostrar os resultados dos estudos e ainda falta a fase III de ensaios clínicos (prometeram publicar os resultados da fase II ainda em agosto).
Mas talvez estejamos subestimando o desenvolvimento científico russo em pesquisas virais. Fiquei com a impressão que eles podem realmente estar bem a frente na tecnologia de uso de vetores de adenovirus em vacinas.
Segue trecho da entrevista do presidente do Fundo Russo de Investimentos Diretos (órgão que financia a vacina russa), Kirill Dmitriev, no site Sputnik.
Desde a década de 1980, o Centro Gamaleya tem liderado o esforço para desenvolver uma plataforma tecnológica usando adenovírus, encontrados em adenoides humanos e normalmente transmitindo o resfriado comum, como "vetores" ou veículos que podem induzir material genético de outro vírus dentro de uma célula.
O gene do adenovírus que causa a infecção é removido, enquanto um gene com o código da proteína de outro vírus é inserido. Tal elemento inserido é pequeno e é uma parte não perigosa de um vírus, sendo segura para o corpo, mas ajuda o sistema imunológico a reagir e produzir anticorpos que nos protegem da infecção.
A plataforma tecnológica de vetores baseados em adenovírus torna a criação de novas vacinas mais fácil e rápida, através da modificação do vetor transportador inicial com o material genético de novos vírus emergentes.
Tais vacinas geram uma grande resposta do corpo humano com o intuito de criar imunidade, enquanto o processo total de modificação vetorial e a produção em escala piloto demora poucos meses.
Os adenovírus humanos são considerados dos mais fáceis para modificar desta maneira, portanto, eles se tornaram vetores muito populares. Desde o início da pandemia da COVID-19, o que os pesquisadores russos tiveram que fazer foi apenas extrair um gene codificador da espiga do novo coronavírus e o implantar dentro de um vetor adenoviral familiar para o colocar em uma célula humana.
Eles decidiram usar esta tecnologia já comprovada e disponível ao invés de entrar por um território desconhecido.
Os estudos mais recentes indicam que apenas duas doses da vacina são necessárias para criar uma imunidade prolongada.
Desde 2015, pesquisadores russos têm trabalhado no modelo de dois vetores, daí a ideia de usar dois tipos de vetores adenovirais, Ad5 e Ad26, na vacina contra a COVID-19.
Desta forma, eles enganam o corpo, que desenvolveu imunidade contra o primeiro tipo de vetor, e impulsionam o efeito da vacina com a segunda dose usando um vetor diferente.
De modo comparativo seria como dois trens que tentam levar uma carga importante a uma fortaleza do corpo humano que necessita da entrega para produzir anticorpos. Você precisa do segundo trem para ter certeza de que a carga chegará a seu destino. Tal trem deverá ser diferente do primeiro, o qual já foi submetido ao ataque do sistema imunológico do corpo e já é conhecido deste. Desta forma, enquanto os outros desenvolvedores de vacinas possuem um trem, nós temos dois.
Usando o método de dois vetores, o Centro Gamaleya também desenvolveu e registrou uma vacina contra o Ebola.
Tal vacina tem sido usada por milhares de pessoas nos últimos anos, criando uma plataforma vacinal comprovada que foi usada para a vacina da COVID-19.
Cerca de 2.000 pessoas na Guiné receberam injeções das vacinas do Centro Gamaleya em 2017-18, enquanto o mesmo possui uma patente internacional para sua vacina contra o ebola.
Método de dois vetores
O Centro Gamaleya usou vetores adenovirais para desenvolver vacinas contra influenza e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS, na sigla em inglês).
Ambas as vacinas estão atualmente em estágios avançados de testes clínicos. Tais conquistas mostram que os laboratórios russos não perderam seu tempo nas últimas décadas, enquanto a indústria farmacêutica internacional frequentemente subestimou a importância da pesquisa de novas vacinas na ausência de ameaças globais à saúde antes da pandemia da COVID-19.
Outros países decidiram seguir nossos passos desenvolvendo vacinas baseadas em vetores adenovirais.
A Universidade de Oxford, Reino Unido, está usando um adenovírus de um macaco, o qual nunca foi usado antes em uma vacina aprovada, ao contrário dos adenovírus humanos.
A companhia americana Johnson & Johnson está usando o adenovírus Ad26 e a chinesa CanSino o adenovírus Ad5, os mesmos vetores usados pelo Centro Gamaleya, mas eles ainda terão de dominar a técnica de dois vetores. Ambas as companhias já receberam grandes quantidades de encomendas de vacinas de seus governos.
O uso de dois vetores é uma tecnologia única, desenvolvida pelos cientistas do Centro Gamaleya, o que diferencia a vacina russa de outras vacinas vetoriais de adenovírus em desenvolvimento ao redor do mundo. É válido ressaltar que vetores adenovirais possuem claras vantagens sobre outras tecnologias, como as vacinas mRNA.
As futuras vacinas mRNA, ainda sob testes clínicos nos EUA e em outros países, não usam vetores como transporte e representam uma molécula RNA com um código de proteína de coronavírus envolto em uma membrana lipídica. Tal tecnologia é promissora, mas seus efeitos colaterais, especialmente os impactos na fertilidade, não foram estudados em profundidade.
Nenhuma vacina mRNA recebeu por enquanto qualquer aprovação oficial no mundo.
Acreditamos que na corrida mundial por uma vacina contra o coronavírus, vacinas vetoriais adenovirais serão as vitoriosas, mas até mesmo nesta categoria a vacina do Centro Gamaleya está na frente.
Fonte: https://br.sputniknews.com/opiniao/2020081115937087-editorial-proibido-vacina-sputnik-como-salvadora-da-parceria-global/
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2020.08.10 16:32 Vl4dimirPudim História "completamenta" e básica da Pudinisland

O início de tudo
Todo começou com a chegada dos egípcios na Ilha, há 5 mil anos atrás, não se sabe muito como eles chegaram aqui, nem se sabe porque, mas o fato é que eles vinheram. Eles fizeram poucas coisas além de fundar a pirâmide 2 na região onde hoje é Pepinopolis [ que hoje só há ruínas ], e entrarem em contato com alienígenas. Eles basicamente moravam em cavernas é só existiam. Também havia no arquivo uma ilha com um formato do Acre, nada mais era que o próprio acre, lá vive as últimas espécies conhecidas de dinossauros.
Foi então que em 1684, um aventureiro da coroa inglesa, Lorde da casa Bacon, acabou naufragando nessa ilha específica, ele fez contato com esses povos antigos, que por motivos desconhecidos falavam perfeitamente o inglês, seu contato foi bem produtivo, e ele acabou voltando dias depois a Inglaterra e contando o que havia visto. Meses depois a Inglaterra invade a ilha por que sim, e mata quase todos egípcios dessa terra, mas deixa os dinossauros por eles eram legais, a Inglaterra usa essa ilha pra aprisionar irlandeses. Houve também muito migração da russia, após a descoberta de minérios de vodka na ilha, o que ocasionou a chegada de rasputin, um mago russo que era amigo de Nicolau II da russia, bom as coisas na russia começaram a esquenta aí o rasputin vai pra Pudinisland. Ele ficou bem famoso, acabou criando um cidade chamada Rasputown, e também ele odiava os irlandeses, aí um belo dia ele decidiu trazer o maior pesadelo deles a vida, ele cria um portal do planeta dos gnomos para Pudinisland, e isso ocasionou uma migração em massa de irlandeses para fora do Pudinisland, assim gnomos foram criado. Rasputin não era bem visto pela sociedade da ilha, nem mesmo pelos gnomos, pois ele era maluco poderoso e rico, uma péssima combinação, após a morte de rasputin os gnomos fizeram da ilha sua casa, fazendo parte da ilha, eles migram para o sul da ilha. Mas os gnomos não foram vistos com bons olhos pelos habitantes humanos do lugar, ele foram maltratados e muitos eram mortos sem motivo algum, era uma vida difícil para eles, eles eram vistos como inferiores, e em algumas províncias eles eram escravizados. Apesar disso os gnomos sempre eram em sua maioria passifica e até enriqueceram.
Em resumo tudo ia bem... até que um membro do exército Inglês teve uma visão de Renatinho, ele manda pregar a sua existência para todos da ilha, esse é Teemotio, ele pega em armas e decreta o estado livre de Renatinho, deixando a ilha livre dos inglês. Teemotio ele consegue unificar toda a Ilha em seu Império, fez grandes obras e muitos monumentos, até deu mais liberdade a gnomos ( apesar de muitos ainda adiaram gnomos ), ele falava de Renatinho e como ele era belo. Depois de seu reinado que durou até sua morte, os novos gonvernate não souberam gonvernar bem, eles ficavam só comendo Dogões e vinas, ficavam conversado com rolas, e dançando e ouvindo Teemo Tango ( uma espécie de Teemowave da época), o grande estado de Teemotio o Grande, que durou 6 décadas se fragmentou novamente.
Agora Com força e mais juntos o Império se fragmentos em 4 grandes países, O Império Russo secundário ( liderado por Nikita Vostok ), O Império de Teemotio ( liderado por Teemo III ), A regência Militar dos Gnomos ( Liderado por Mitiguer ) e Hegemonia Soberana dos Gnomos ( Liderado por Yosef ).
IMPÉRIO RUSSO 2:
Nikita Vostok era um nobre russo que chegou ao poder, ele concretizou o poder da do Império Russo 2 sobre todo o arquipélago, Fez grandes obras como o Cremilem e a KGB 2, Melhorou a economia e mostrou ao mundo a cultura slava, fazendo com que a economia russa 2 fosse a maior da ilha em seu mandato.
Império de Teemotio:
Esse país foi a continuação direta do Império de Teemotio, que também contínuo com as ostentação e os grandes gastos, o estado contínuo se deteriorando e enfraquecendo, depois da guerra ele caira para uma democracia.
Regência Militar Gnomistica:
Após a dissolução do Império de Teemotio ( em que os gnomos eram mal visto e maltratados ), acaba chegando ao poder por meio de um golpe militar, General Mitiguer, ela era bem horrível, impôs váriasleis autoritária, prendia opositores, e em geral deixou a população mais pobre ainda, sobre o pretexto de sobressai o poder dos gnomos, ele militarista o estado e se torna a mais forte nação da ilha.
Hegemonia Soberana:
Um estádo criado por gnomos extremista, que acreditavam em supremacia sobre os gnomos, e que eles deveriam impor a força seus ideais. Yosef era um líder político/religioso e deixou toda população do seu país sobre sua visão, ele era visto como um literal semi Deus, e o povo confiava nele.
Guerra civil dos gnomos:
A hegemonia soberana e o estado militar dos gnomos não se davam muito bem. Foi então que Mitiguer, com sede de poder ataca a Hegemonia, Trucidandano do o exército da Hegemonia e matando Yosef, ele toma os territórios da Hegemonia e instaura campos de concentração pra os extremista, pondo fim a guerra.
1° guerra de Pudinisland
Tudo começou quando, o estado dos gnomos atacou a Hegemonia, apesar de ninguém gostar da Hegemonia, todos sabiam que Mitiguer estava louco por poder. Então sem mais nem menos, Mitiguer declara guerra a todos os países, um espanto, pois era percetível a força de Mitger e seu estado era muito grande. Houve uma grande mobilização, mas de nada adiantou, o estado dos gnomos contínuo a expandir, o Império de Teemotio caiu, os gnomos só precisavam invadir Tarkovogrado para ganha a guerra, mas apesar da ilha ser tropical, o inverno russo era muito pesado, forçou o estado dos gnomos a recuar, e a guerra foi ganha, essa derrota e a morte de Mitger foi humilhante para os gnomos.
Após a guerra tudo ficou mais calmo, a Rússia virou um principado, o Império de Teemotio caiu e virou um estado livre e os gnomos instalaram um império, sobre a conduta de um conselho de gnomos. Nesse período houve várias pequena batalha e outras coisas.
A criação dos Estados Unidos de Renatinho
Então lembra que eu disse que os egípcios tinham contato com alienígenas, então, Renatinho era um desse Alienígenas. Um descendente de egípcio, chamado André, teve uma visão de Renatinho, na sua visão ele vê o Renatinho e Renatinho o manda fazer uma máquina pra trazer-lo a terra. André não pensa 2 vezes, e de dentro de sua garagem começa a fazer essa máquina, ele consegue, e finalmente Renatinho é convertido em matéria, direto de seu planeta Biluland, para Pudinisland. Renatinho rapidamente vira uma celebridade e convence a população a eleger André como príncipe, mais uma fez os Estados Livres é derrubado por um golpe de André, que Muda pra os Estados Unidos de Renatinho.
A guerra dos Texugos:
Há mais ou menos 30 anos após o término da 1°guerra de Pudinisland, em Teemo City ( cidade que concentrava 79% da população de Texugos da ilha e 90%da população de Guaxinis ), acaba sofrendo uma guerra civil, os texugos não se davam bem com os Guaxinis, os Textos pegam em armas e começam a matar Guaxinis, os Guaxinis retalha, no fim 50% dos 90% da população de Guaxinis foram mortas, Muitos foram torturados e outras fuzilados, os texugos perderam a guerra, e fugiram para uma ilha deserta ao leste, lá fizeram seu Império. [F pelos mais de 500 mil de Guaxinis mortos]
Guerra dos Kogamas.
Kogama é uma minoria étnica de USR que vive entre tarkov e BarryTown, sua principal cidade é Kogamópolis, há 60 quilômetros de Kogamópolis tem Roblox vile, cidade dos Roblox mais uma minoria étnica de USR, elas tiveram uma guerra entre elas, o motivo era o contra da região, forma 3 semanas de intenção batalha, Muitos morreram e no final os Kogamas ganharam, tendo a soberania local.
A criação dos Estado Livre do Acre:
Após centenas de anos de total isolamento, os dinossauros que viviam na ilha do Acre desenvolveram a capacidade do pensamento lógico, e como seres totalmente Racionais, não houve guerras, A separação foi discutida em votação, Foi unânime é todos e hoje todos vivem em paz.
Após esses breves relatos da situação da ilha de Pudinisland, vamos a contextualização da próxima guerra, o gonverno do Império Gnomisticos, após a morte de Mitger e a instalação de um novo gonverno, a população começou mais a tolêrar mais os gnomos extremista, o gonverno passou a apoia-los de forma que eles expandiram. Então houve esse episódio em que sequestraram o príncipe André III. O caos repercutiu, foram meses sem André.
O sequestro de André III:
Gnomos extremista, sequestraram o príncipe André III, e seu paradeiro é desconhecido. Foi então que uma operação foi formada, a operação Barba Negra, no comando o jovem general russo Vladimir Pudim, que fez um grande trabalho na criação de um grupo tático conhecido Piratas. A inteligência foi rápida e poucos dias, os piratas invadem o local onde o príncipe está como refém é o resgata. Vladimir Pudim se destaca nessa operação o que lhe concede o gonverno da russia 2 poucos anos depois.
2° guerra de Pudinisland
Tudo começou quando gnomos extremista em um ataque terrorista matou o Renatinho, a Rússia 2 corta relações de paz com UGK, e começa a atacar as bases militares de gnomos extremista dentro do estado russo. UGK vê isso como um ataque e declara guerra a Rússia 2, Como retaliação Rússia 2 ativa o protocolo de ataques vermelho, ativando todas suas 37 ogivas nucleares. Os eua entra na guerra ao lado da UKG e realiza uma série de ataques a bases militares Russas 2, A China também entra do lado da UKG, mais é completamente destruída por mísseis nucleares vindo da russia 2, com esse taque, os EUA vira de lado e começa a apoiar a Rússia 2 na guerra. A RÚSSIA 2, parece um rolo compressor, e rapidamente toma a cidade de Coxinopolis, porém os gnomos consegue conter o avanço, e começam a empurrar o exército russo secundário para cima, fazendo com que USR entre na guerra no lado da Rússia, Apesar dos esforços os gnomos avançam para Moscow 2, porém Vladimir Pudim MUDA a capital para a recém conquistada tarkov, os gnomos invadem GODENOTOWN é há ocupam, chegam em tarkov porém são parados por Renatinho que foi revivida numa missão sigilosa russa que deu serto, com isso os gnomos são rapidamente mortos e obrigado a assinar um tratado de paz. Vladimir morheroicamente por salvar seu esquadrão e a ilha de Pudinisland. Ele receberá em seu enterro a medalha de mais alta honraria que um homem pode ter no mundo, e se consagrou como o maior herói de Pudinisland.
Os países atualmente
UGK
Nome oficial: Princípados Unidos dos gnomos sobre a proteção do rei População: 161.002.508 habitantes Maioria ética: GNOMO Pib per capita: 6.873 dólares Moeda oficial: Libra Gnomistica Religião oficial: profecias de Ricardo milos Capital: PC do André Primeiro ministro: GNOMO Gastos Militares: 573,1 Bilhões de dólares N° de ogivas nucleares: 15 Estado Atual: em paz
História
RÚSSIA 2
Nome oficial: Principados unidos da Russia secundária População: 502.037.578 habitantes Maioria ética: eslavo Pib per capita: 9.264 dólares Moeda oficial: Rublo 2 Religião oficial: COMUNISMO ortodoxos Capital: Moscow 2/Tarkov Príncipe regente: Cheeki blyat Gastos Militares: 783,4 bilhões de dólares N° de ogivas nucleares: 37 Estado Atual: Em paz Favorável à uma unificação: Positivo
USR
Nome oficial: Estados Livres e Unidos sobre a proteção de Renatinho População: 270.537.867 habitantes Maioria ética: Anime Pib per capita: 25.284 dólares Moeda oficial: Dólar de Teemo Religião oficial: Pensamentos de Renatinho Capital: BarryTown Príncipe regente: André III Gastos Militares: 337,1 bilhões de dólares N° de ogivas nucleares: 0 Estado Atual: Em paz Favorável à uma unificação: Positivo
Texugo island
Nome oficial: Ilha dos Texugos Felizes População: 5.387.522 habitantes Maioria ética: Texugo Pib per capita: 10.587 dólares Moeda oficial: Real de Texugo Religião oficial: Pensamentos de Renatinho Capital: Texugo Pólis Presidente: Manuel Texugo Pereira Gastos Militares: 300 milhões de dólares N° de ogivas nucleares: 0 Estado Atual: Em paz Favorável à uma unificação: Não
Estado livre do Acre
Nome oficial: Estado livre do Acre sobre a proteção dos dinossauros População: 2.110.583 habitantes Maioria ética: Dinossauro Pib per capita: 29.930 dólares Moeda oficial: bitcoin Religião oficial: CIÊNCIA Capital: Pangeia dos rio branco Primeiro ministro: os três dinos Gastos Militares: 0 dólares N° de ogivas nucleares: 0 Estado Atual: Em Muita paz Favorável à uma unificação: não
Após anos de paz, felicidade e prosperidade, uma mensagem criptografada anônima revela com interferências que Vladimir Pudim estivesse vivo.
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2020.07.11 15:38 Vl4dimirPudim História completa de Pudinisland, fiquem a vontade para fazer as bandeiras dos novos países

O início de tudo
Todo começou com a chegada dos egípcios na Ilha, há 5 mil anos atrás, não se sabe muito como eles chegaram aqui, nem se sabe porque, mas o fato é que eles vinheram. Eles fizeram poucas coisas além de fundar a pirâmide 2 na região onde hoje é Pepinopolis [ que hoje só há ruínas ], e entrarem em contato com alienígenas. Eles basicamente moravam em cavernas é só existiam. Também havia no arquivo uma ilha com um formato do Acre, nada mais era que o próprio acre, lá vive as últimas espécies conhecidas de dinossauros. Foi então que em 1684, um aventureiro da coroa inglesa, Lorde da casa Bacon, acabou naufragando nessa ilha específica, ele fez contato com esses povos antigos, que por motivos desconhecidos falavam perfeitamente o inglês, seu contato foi bem produtivo, e ele acabou voltando dias depois a Inglaterra e contando o que havia visto. Meses depois a Inglaterra invade a ilha por que sim, e mata quase todos egípcios dessa terra, mas deixa os dinossauros por eles eram legais, a Inglaterra usa essa ilha pra aprisionar irlandeses. Houve também muito migração da russia, após a descoberta de minérios de vodka na ilha, o que ocasionou a chegada de rasputin, um mago russo que era amigo de Nicolau II da russia, bom as coisas na russia começaram a esquenta aí o rasputin vai pra Pudinisland. Ele ficou bem famoso, acabou criando um cidade chamada Rasputown, e também ele odiava os irlandeses, aí um belo dia ele decidiu trazer o maior pesadelo deles a vida, ele cria um portal do planeta dos gnomos para Pudinisland, e isso ocasionou uma migração em massa de irlandeses para fora do Pudinisland, assim gnomos foram criado. Rasputin não era bem visto pela sociedade da ilha, nem mesmo pelos gnomos, pois ele era maluco poderoso e rico, uma péssima combinação, após a morte de rasputin os gnomos fizeram da ilha sua casa, fazendo parte da ilha, eles migram para o sul da ilha. Mas os gnomos não foram vistos com bons olhos pelos habitantes humanos do lugar, ele foram maltratados e muitos eram mortos sem motivo algum, era uma vida difícil para eles, eles eram vistos como inferiores, e em algumas províncias eles eram escravizados. Apesar disso os gnomos sempre eram em sua maioria passifica e até enriqueceram. Em resumo tudo ia bem... até que um membro do exército Inglês teve uma visão de Renatinho, ele manda pregar a sua existência para todos da ilha, esse é Teemotio, ele pega em armas e decreta o estado livre de Renatinho, deixando a ilha livre dos inglês. Teemotio ele consegue unificar toda a Ilha em seu Império, fez grandes obras e muitos monumentos, até deu mais liberdade a gnomos ( apesar de muitos ainda adiaram gnomos ), ele falava de Renatinho e como ele era belo. Depois de seu reinado que durou até sua morte, os novos gonvernate não souberam gonvernar bem, eles ficavam só comendo Dogões e vinas, ficavam conversado com rolas, e dançando e ouvindo Teemo Tango ( uma espécie de Teemowave da época), o grande estado de Teemotio o Grande, que durou 6 décadas se fragmentou novamente. Agora Com força e mais juntos o Império se fragmentos em 4 grandes países, O Império Russo secundário ( liderado por Nikita Vostok ), O Império de Teemotio ( liderado por Teemo III ), A regência Militar dos Gnomos ( Liderado por Mitiguer ) e Hegemonia Soberana dos Gnomos ( Liderado por Yosef ).
IMPÉRIO RUSSO 2:
Nikita Vostok era um nobre russo que chegou ao poder, ele concretizou o poder da do Império Russo 2 sobre todo o arquipélago, Fez grandes obras como o Cremilem e a KGB 2, Melhorou a economia e mostrou ao mundo a cultura slava, fazendo com que a economia russa 2 fosse a maior da ilha em seu mandato.
Império de Teemotio:
Esse país foi a continuação direta do Império de Teemotio, que também contínuo com as ostentação e os grandes gastos, o estado contínuo se deteriorando e enfraquecendo, depois da guerra ele caira para uma democracia.
Regência Militar Gnomistica:
Após a dissolução do Império de Teemotio ( em que os gnomos eram mal visto e maltratados ), acaba chegando ao poder por meio de um golpe militar, General Mitiguer, ela era bem horrível, impôs váriasleis autoritária, prendia opositores, e em geral deixou a população mais pobre ainda, sobre o pretexto de sobressai o poder dos gnomos, ele militarista o estado e se torna a mais forte nação da ilha.
Hegemonia Soberana:
Um estádo criado por gnomos extremista, que acreditavam em supremacia sobre os gnomos, e que eles deveriam impor a força seus ideais. Yosef era um líder político/religioso e deixou toda população do seu país sobre sua visão, ele era visto como um literal semi Deus, e o povo confiava nele.
Guerra civil dos gnomos:
A hegemonia soberana e o estado militar dos gnomos não se davam muito bem. Foi então que Mitiguer, com sede de poder ataca a Hegemonia, Trucidandano do o exército da Hegemonia e matando Yosef, ele toma os territórios da Hegemonia e instaura campos de concentração pra os extremista, pondo fim a guerra.
1° guerra de Pudinisland:
Tudo começou quando, o estado dos gnomos atacou a Hegemonia, apesar de ninguém gostar da Hegemonia, todos sabiam que Mitiguer estava louco por poder. Então sem mais nem menos, Mitiguer declara guerra a todos os países, um espanto, pois era percetível a força de Mitger e seu estado era muito grande. Houve uma grande mobilização, mas de nada adiantou, o estado dos gnomos contínuo a expandir, o Império de Teemotio caiu, os gnomos só precisavam invadir Tarkovogrado para ganha a guerra, mas apesar da ilha ser tropical, o inverno russo era muito pesado, forçou o estado dos gnomos a recuar, e a guerra foi ganha, essa derrota e a morte de Mitger foi humilhante para os gnomos.
Após a guerra tudo ficou mais calmo, a Rússia virou um principado, o Império de Teemotio caiu e virou um estado livre e os gnomos instalaram um império, sobre a conduta de um conselho de gnomos. Nesse período houve várias pequena batalha e outras coisas.
A criação dos Estados Unidos de Renatinho:
Então lembra que eu disse que os egípcios tinham contato com alienígenas, então, Renatinho era um desse Alienígenas. Um descendente de egípcio, chamado André, teve uma visão de Renatinho, na sua visão ele vê o Renatinho e Renatinho o manda fazer uma máquina pra trazer-lo a terra. André não pensa 2 vezes, e de dentro de sua garagem começa a fazer essa máquina, ele consegue, e finalmente Renatinho é convertido em matéria, direto de seu planeta Biluland, para Pudinisland. Renatinho rapidamente vira uma celebridade e convence a população a eleger André como príncipe, mais uma fez os Estados Livres é derrubado por um golpe de André, que Muda pra os Estados Unidos de Renatinho.
A guerra dos Texugos:
Há mais ou menos 30 anos após o término da 1°guerra de Pudinisland, em Teemo City ( cidade que concentrava 79% da população de Texugos da ilha e 90%da população de Guaxinis ), acaba sofrendo uma guerra civil, os texugos não se davam bem com os Guaxinis, os Textos pegam em armas e começam a matar Guaxinis, os Guaxinis retalha, no fim 50% dos 90% da população de Guaxinis foram mortas, Muitos foram torturados e outras fuzilados, os texugos perderam a guerra, e fugiram para uma ilha deserta ao leste, lá fizeram seu Império. [F pelos mais de 500 mil de Guaxinis mortos]
Guerra dos Kogamas:
Kogama é uma minoria étnica de USR que vive entre tarkov e BarryTown, sua principal cidade é Kogamópolis, há 60 quilômetros de Kogamópolis tem Roblox vile, cidade dos Roblox mais uma minoria étnica de USR, elas tiveram uma guerra entre elas, o motivo era o contra da região, forma 3 semanas de intenção batalha, Muitos morreram e no final os Kogamas ganharam, tendo a soberania local.
A criação dos Estado Livre do Acre:
Após centenas de anos de total isolamento, os dinossauros que viviam na ilha do Acre desenvolveram a capacidade do pensamento lógico, e como seres totalmente Racionais, não houve guerras, A separação foi discutida em votação, Foi unânime é todos e hoje todos vivem em paz.
Após esses breves relatos da situação da ilha de Pudinisland, vamos a contextualização da próxima guerra, o gonverno do Império Gnomisticos, após a morte de Mitger e a instalação de um novo gonverno, a população começou mais a tolêrar mais os gnomos extremista, o gonverno passou a apoia-los de forma que eles expandiram. Então houve esse episódio em que sequestraram o príncipe André III. O caos repercutiu, foram meses sem André.
O sequestro de André III:
Gnomos extremista, sequestraram o príncipe André III, e seu paradeiro é desconhecido. Foi então que uma operação foi formada, a operação Barba Negra, no comando o jovem general russo Vladimir Pudim, que fez um grande trabalho na criação de um grupo tático conhecido Piratas. A inteligência foi rápida e poucos dias, os piratas invadem o local onde o príncipe está como refém é o resgata. Vladimir Pudim se destaca nessa operação o que lhe concede o gonverno da russia 2 poucos anos depois.
2° guerra de Pudinisland:
Tudo começou quando gnomos extremista em um ataque terrorista matou o Renatinho, a Rússia 2 corta relações de paz com UGK, e começa a atacar as bases militares de gnomos extremista dentro do estado russo. UGK vê isso como um ataque e declara guerra a Rússia 2, Como retaliação Rússia 2 ativa o protocolo de ataques vermelho, ativando todas suas 37 ogivas nucleares. Os eua entra na guerra ao lado da UKG e realiza uma série de ataques a bases militares Russas 2, A China também entra do lado da UKG, mais é completamente destruída por mísseis nucleares vindo da russia 2, com esse taque, os EUA vira de lado e começa a apoiar a Rússia 2 na guerra. A RÚSSIA 2, parece um rolo compressor, e rapidamente toma a cidade de Coxinopolis, porém os gnomos consegue conter o avanço, e começam a empurrar o exército russo secundário para cima, fazendo com que USR entre na guerra no lado da Rússia, Apesar dos esforços os gnomos avançam para Moscow 2, porém Vladimir Pudim MUDA a capital para a recém conquistada tarkov, os gnomos invadem GODENOTOWN é há ocupam, chegam em tarkov porém são parados por Renatinho que foi revivida numa missão sigilosa russa que deu serto, com isso os gnomos são rapidamente mortos e obrigado a assinar um tratado de paz. Vladimir morheroicamente por salvar seu esquadrão e a ilha de Pudinisland. Ele receberá em seu enterro a medalha de mais alta honraria que um homem pode ter no mundo, e se consagrou como o maior herói de Pudinisland.
Os países atualmente
UGK
Nome oficial: Princípados Unidos dos gnomos sobre a proteção do rei
População: 61.002.508 habitantes
Maioria ética: GNOMO
Pib per capita: 6.873 dólares
Moeda oficial: Libra Gnomistica
Religião oficial: profecias de Ricardo milos
Capital: PC do André
Primeiro ministro: GNOMO
Gastos Militares: 573,1 Bilhões de dólares
N° de ogivas nucleares: 15
Estado Atual: em paz
RÚSSIA 2
Nome oficial: Principados unidos da Russia secundária
População: 102.037.578 habitantes
Maioria ética: eslavo
Pib per capita: 9.264 dólares
Moeda oficial: Rublo 2
Religião oficial: COMUNISMO ortodoxos
Capital: Moscow 2/Tarkov
Príncipe regente: Cheeki blyat
Gastos Militares: 783,4 bilhões de dólares
N° de ogivas nucleares: 37
Estado Atual: Em paz
Favorável à uma unificação: Positivo
USR
Nome oficial: Estados Livres e Unidos sobre a proteção de Renatinho
População: 70.537.867 habitantes
Maioria ética: Anime
Pib per capita: 25.284 dólares
Moeda oficial: Dólar de Teemo
Religião oficial: Pensamentos de Renatinho
Capital: BarryTown
Príncipe regente: André III
Gastos Militares: 337,1 bilhões de dólares
N° de ogivas nucleares: 0
Estado Atual: Em paz
Favorável à uma unificação: Positivo
Texugo island
Nome oficial: Ilha dos Texugos Felizes
População: 387.522 habitantes
Maioria ética: Texugo
Pib per capita: 10.587 dólares
Moeda oficial: Real de Texugo
Religião oficial: Pensamentos de Renatinho
Capital: Texugo Pólis
Presidente: Manuel Texugo Pereira
Gastos Militares: 300 milhões de dólares
N° de ogivas nucleares: 0
Estado Atual: Em paz
Favorável à uma unificação: Não
Estado livre do Acre
Nome oficial: Estado livre do Acre sobre a proteção dos dinossauros
População: 110.583 habitantes
Maioria ética: Dinossauro
Pib per capita: 29.930 dólares
Moeda oficial: bitcoin
Religião oficial: CIÊNCIA
Capital: Pangeia dos rio branco
Primeiro ministro: os três dinos
Gastos Militares: 0 dólares
N° de ogivas nucleares: 0
Estado Atual: Em Muita paz
Favorável à uma unificação: não
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2020.07.08 17:28 guy-in-doubt Embarcação russa que instala tubulações deixa porto alemão para possivelmente terminar gasoduto Corrente do Norte 2, alvo de sanções dos EUA [em inglês]

Embarcação russa que instala tubulações deixa porto alemão para possivelmente terminar gasoduto Corrente do Norte 2, alvo de sanções dos EUA [em inglês] submitted by guy-in-doubt to geopolitica [link] [comments]


2020.06.07 06:03 MaNdSsS_ O dia que eu me perdi na Disney, pareceu muito burguês mas eu não sou nao!

(sou de SC, Blumenau)
Um breve contexto: eu nunca fui alguém que teve muito sendo de direção, tanto é que eu moro na mesma casa faz oito anos e ainda não se ir pra escola sozinha sem errar o caminho.
Entao em novembro do ano passado eu fui pra Disney, minha primeira vez lá, e tem o parque é o Magic kingdom onde tem o castelo e eu fui dois dias nele pq em um eu fui pra fazer os brinquedos e no outro eu fui mais a noite pra ir no Mickey's Very merry Christmas party, como o nome diz a festa de Natal do Mickey, que é a coisa mais linda, fica tudo enfeitado com pisca pisca, eles servem chocolate quente e biscoito (biscoito é sem recheio e bolacha é com recheio e ponto) e tem uma parada linda e os tópicos fogos.
Blz nesse segundo dia depois da parada tinha um intervalo de uns 30/40 minutos até os fogos e as filas tavam muito pequenas e eu queira muitoooo ir de novo na montanha russa dos sete anões, parece boba mas não é não, e tava só com 15 minutos de fila, aí meus pais não queria ir comigo e eles me deixaram ir sozinha e eu fui tudo sabia o caminho e de boas. O problema foi volta pq quando eu saí tava quase começando os fogos e tinha um monte de gente no meio do caminho e eu achando que tinha "decorado" como voltava fui indo até que eu cheguei em um lugar que não tinha nada a ver da onde meus pais estavam, e eu comecei a me desesperar muitooo. A internet da Disney não tava pegando direito e eu não conseguia ligar prós meu pais, muito menos mandar mensagem ( eu não sou muito boa em formar frases em inglês e nervosa ainda eu não ia conseguir mesmo, então eu não pedi informação) cara eu juro que eu fiz de tudo pra me achar e eu sempre caia no mesmo lugar sempreee e eu super nervosa pq eu tava em um lugar cheio de gente eu eu não conhecia, sem falar a língua direito (saber eu sei mas quando eu tô nervosa eu não consigo falar nem português direito quem dirá inglês) e ainda sem saber pra onde ir, blz eu parei tomei água e tentei volta pelo menos pra frente do castelo e eu consegui só que ainda tinha milhões de pessoas e eu não conseguia achar de jeito nenhum meus pais, aí eles dividem em duas parte e meus pais tava na outra já fechada e o segurança tava me barrando pra eu não entrar aí eu graças a deus consegui pensar em algo e falei: my parents e ainda bem que ele entendeu e me deixou passar mas ainda sim tinha muita gente e eu não sabia pra onde ir, eu queria muito ver os fogos então eu ficava parando, sim isso foi burrise da minha parte mas eu queria muito e eu sabia que não ia voltar tão cedo ainda mais com essa pandemia do krl, cara eu só sei que deus me iluminou e me fez achar eles. Nem sei como eles me deixaram sair sozinha no meio da noite em uma parque mas blz, nunca mais saiu de perto deles sozinha em um lugar "desconhecido" sem ninguém junto comigo afff pior dia da minha vida só de lembrar já me deixa angustiada.
Bom é essa história, espero que goste, não sou muito boa de contar as coisas então é isso, um beijo, tenha um bom dia S2
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2020.04.29 02:38 guy-in-doubt Prefeito regional de Praga diz estar sob proteção policial contra ameaça russa [em inglês]

Prefeito regional de Praga diz estar sob proteção policial contra ameaça russa [em inglês] submitted by guy-in-doubt to geopolitica [link] [comments]


2019.12.26 18:52 qohelet1212 Diário de uma viagem à rússia em 1867, de Lewis Carroll


https://preview.redd.it/fq4fgnd4n0741.png?width=1200&format=png&auto=webp&s=d913049f3a0e603c34519e8a7522ee88822d9ff4
SINOPSE
Em 1867, Charles Lutwidge Dodgson, professor de matemática inglês mais conhecido pelo seu pseudónimo de Lewis Carroll, fez a única viagem da sua vida ao estrangeiro. O seu companheiro de viagem foi um colega, o Dr. Henry Liddon, mais tarde cónego da Catedral de São Paulo. «Escolhemos Moscovo», escreveu Carroll. «Uma ideia estranha para um homem que nunca deixou a Inglaterra.» Lewis Carroll, que em 1861 fora ordenado diácono, ajudou o seu companheiro de viagem em contactos informais com representantes da Igreja Ortodoxa Russa. A viagem durou dois meses, e os dois amigos visitaram nomeadamente São Petersburgo e seus arredores, Moscovo e Nijni Novgorod. Este Diário, publicado pela primeira vez em 1935, revela uma faceta pouco conhecida do famosíssimo escritor.
mobi Novos Novembro 2019 (106) Novos Dezembro 2019 (96) Biblioteca Completa (1447): Mega Dropbox
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2019.12.19 04:46 livrosetal Noite Sobre as Águas, de Ken Follett

Sinopse:
Southampton, Inglaterra, setembro de 1939. A guerra estala na Europa. O Clipper da Pan American - o fabuloso e mais luxuoso hidroavião de sempre - faz o seu último voo em direcção aos Estados Unidos da América.
A bordo, encontram-se um aristocrata inglês, fascista assumido, e a sua família, uma princesa russa, um casal de amantes, um jovem bem-parecido, muito interessado no que não lhe pertence, artistas, homens de negócios e várias outras personagens que fogem do conflito armado e do seu próprio passado, para empreenderem uma travessia arriscada do Atlântico que lhes reserva uma tempestade de violência, intriga e traição.
Um thriller inesquecível de altíssima tensão, paixão, humor e suspense do mestre indiscutível deste género literário.
Epub retail
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2019.09.02 22:28 tnrseabra Reportagem Russa sobre o FC Porto com legendas em Inglês.

Reportagem Russa sobre o FC Porto com legendas em Inglês. submitted by tnrseabra to fcporto [link] [comments]


2019.04.12 17:23 throwaway2629270 Portugueses e a pronúncia russa

Na internet é muito dito que russo é uma língua difícil de aprender logo pela pronúncia difícil e os sons aos que os falantes de inglês não estão habituados.
O russo e o português são muitas vezes comparados por soarem muito parecidos. Eu própria as vezes penso que estou a ouvir alguém a falar português europeu, só depois reparo que não entendo nenhuma palavra.
Sendo assim, alguém com experiência própria saberia dizer se é fácil ou difícil para nós acertar a pronúncia russa?
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2019.03.07 03:22 guy-in-doubt OTAN procura 'reforçar' defesas da Ucrânia por suposta agressão russa (em inglês)

OTAN procura 'reforçar' defesas da Ucrânia por suposta agressão russa (em inglês) submitted by guy-in-doubt to BrasildoB [link] [comments]


2018.12.16 19:00 escanortheone_ Alguém ai conhece algumas bandas russas tipo essa aqui pra me apresentar? Depois que comecei a escutar, as músicas em inglês/português ficaram chatas

Alguém ai conhece algumas bandas russas tipo essa aqui pra me apresentar? Depois que comecei a escutar, as músicas em inglês/português ficaram chatas submitted by escanortheone_ to brasilivre [link] [comments]


2018.10.19 12:43 solrac149 Qualidade de odontologia / dentistas em Brasil — (urgente!)

Eu sou brasileiro e estou indo pra morar em Brasil a primeira vez da minha vida. (Meu inglês é melhor, desculpe.)
Minha noiva (Russa) tenha uma emergência agora. Sua coroa não fica no lugar e nenhum dentista aqui consegue consertá-lo.
Claro que queremos economizar dinheiro mas o custo não importa muito pra nós. Precisamos trabalho bom que vai durar.
  1. É boa ideia considerar o Brasil para encontrar a solução?
  2. Porque sou brasileiro, devo de comprar segurança / seguro de saúde / seguro odontológico? — Vamos a casar em três semanas e chegamos no Rio no 30 de Novembro. Não sei se ela pode ser incluído comigo.
Muito obrigado!
submitted by solrac149 to brasil [link] [comments]


2018.05.14 12:26 geleiademocoto O conteúdo dos ads de Facebook comprados pela tal agência russa (inglês)

O conteúdo dos ads de Facebook comprados pela tal agência russa (inglês) submitted by geleiademocoto to brasil [link] [comments]


2017.09.11 14:50 fidjudisomada [Pre-Match Thread] UEFA Champions League 2017/18, 1.ª Jornada: SL Benfica vs. PFC CSKA Moskva

Sport Lisboa e Benfica vs. PFC Central Sport Club of the Army Moscow

UEFA Champions League 2017/18, 1.ª Jornada

Transmissão

Antevisão

O SL Benfica inicia a sua mais recente campanha na UEFA Champions League com a recepção ao PFC CSKA Moskva, que nos últimos anos se tornou presença assídua na fase de grupos.
A equipa portuguesa ambiciona alcançar a fase a eliminar pela terceira temporada seguida. Já o CSKA não chega lá desde 2011/12, apesar de esta ser a sua quinta época consecutiva na competição.
Jogos anteriores
  • As equipas defrontaram-se nos 16 avos-de-final da Taça UEFA 2004/05, com o CSKA a apurar-se com um resultado total de 3-1, acabando por sagrar-se campeão, após bater o Sporting Clube de Portugal na final realizada em Lisboa.
  • O CSKA venceu por 2-0 na primeira mão, realizada em Krasnodar, graças a golos de Vasili Berezutski (12) e Vágner Love (60). Sergei Ignashevich colocou o CSKA praticamente na eliminatória seguinte quando marcou aos 49 minutos do jogo em Lisboa, com o suplente Azar Karadas a evitar nova derrota do Benfica.
  • As equipas no Estádio do Sport Lisboa e Benfica, a 24 de Fevereiro de 2005, foram as seguintes: Benfica: Quim, Luisão, Petit, Geovanni (Miguel 64), Alcides, Fyssas, Nuno Assis (Karadas 54), Manuel Fernandes, João Pereira, Simão, Nuno Gomes (Mantorras 61). CSKA: Akinfeev, Ignashveich, A Berezutski, V Berezutski, Zhirkov, Rahimić, Odiah (Shershun 72), Aldonin, D Carvalho (Gusev 90+1), Krasić, Vágner Love (Olić 84).
  • Esse continua a ser o único desaire do Benfica em eliminatórias a duas mãos frente a clubes russos nas provas da UEFA, tendo ganho as outras cinco, o mais recente dos quais frente ao FC Zenit, há dois anos.

Retrospectiva

Benfica
  • Vencedor da "dobradinha" em 2016/17, o Benfica está na fase de grupos da UEFA Champions League pela 13ª vez e a oitava consecutiva.
  • O clube lisboeta atingiu os quartos-de-final em 2015/16 e na época passada voltou a ultrapassar a fase de grupos, sendo eliminado pelo Borussia Dortmund nos oitavos-de-final, com um resultado total de 4-1.
  • O triunfo por 1-0 do Benfica sobre o Dortmund na primeira mão dos oitavos-de-final foi o único nos seus últimos quatro jogos europeus, em casa e fora.
  • Na fase de grupos de 2016/17, em casa, o Benfica empatou a um golo com o Beşiktaş JK e venceu o FC Dynamo Kyiv por 1-0. Na última jornada, perdeu por 2-1 com o SSC Napoli, um de apenas dois desaires caseiros nos últimos 11 jogos disputados.
  • A última vez que a equipa lusa defrontou um adversário russo aconteceu em 2015/16, nos oitavos-de-final, quando venceu o Zenit por 1-0 em casa e 2-1 fora.
  • O Benfica somou apenas uma derrota caseira frente a equipas russas (V5 E2), no caso diante do Zenit, por 2-0, na primeira jornada da fase de grupos da UEFA Champions League 2014/15.
CSKA Moscovo
  • O clube moscovita está na fase de grupos pela 11ª vez e a quinta época seguida.
  • O CSKA terminou no último lugar do grupo nas duas campanhas anteriores na UEFA Champions League. Em 2016/17, após se ter apurado automaticamente para a fase de grupos, terminou atrás de AS Monaco FC, Bayer 04 Leverkusen e Tottenham Hotspur FC.
  • No entanto, esta época o CSKA ganhou os quatro jogos europeus já disputados sem sofrer qualquer golo, eliminando AEK Athens FC na terceira pré-eliminatória, com um resultado total de 3-0 (2-0 fora, 1-0 em casa) e BSC Young Boys no "play-off", pelo mesmo resultado (1-0 fora, 2-0 em casa).
  • A vitória por 2-0 em casa do AEK interrompeu uma série de dez jogos europeus seguidos do CSKA sem vencer (E4 D6). Também perdeu seis dos últimos sete jogos europeus fora, contabilizando ainda um empate.
  • O último triunfo fora dos moscovitas na fase de grupos da UEFA Champions League foi frente ao Manchester City FC, por 2-1, a 5 de Novembro de 2014. Desde então, o seu registo fora é de um empate e seis derrotas.
  • O CSKA nunca ganhou em casa de clubes portugueses, tendo somado três derrotas e dois empates. Permaneceu invicto nas três primeiras deslocações mas perdeu as duas mais recentes, ambas por 2-1, frente a FC Porto, nos oitavos-de-final da UEFA Europa League 2010/11, e Sporting, no "play-off" da UEFA Champions League 2015/16.
  • O CSKA conquistou, contudo, o seu único troféu europeu em Portugal e frente a uma equipa portuguesa, quando bateu o Sporting por 3-1 na final de 2005 da Taça UEFA, em Lisboa.
  • O registo global do clube russo frente a equipas da Liga portuguesa é: V3 E3 D5.
  • O CSKA qualificou-se como segundo classificado da Premier League russa em 2016/17.
Ligações entre treinadores e jogadores
  • Viktor Goncharenko orientava o FC BATE Borisov quando o emblema bielorrusso defrontou o Benfica na fase de grupos da UEFA Europa League 2009/10, perdendo por 2-0 fora e por 2-1 em casa.
  • Eliseu foi suplente-utilizado na segunda parte, enquanto Pizzi não saiu do banco de suplentes, quando Portugal venceu a anfitriã Rússia por 1-0 na Taça das Confederações, em Moscovo, a 21 de Junho. Igor Akinfeev, Viktor Vasin e Aleksandr Golovin fizerm parte do "onze" da Rússia.
  • Jonas e Mário Fernandes foram colegas de equipa no Grêmio FBPA entre 2009 e 2011.
  • Alan Dzagoev marcou a Júlio César quando o CSKA perdeu por 3-2 na recepção ao FC Internazionale Milano na fase de grupos da UEFA Champions League 2011/12.
  • Diogo Gonçalves marcou a Pavel Ovchinnikov quando o Benfica venceu por 2-0 no reduto do CSKA nos quartos-de-final da edição anterior da UEFA Youth League.

Factos do jogo

Benfica
  • O clube de Lisboa aponta ao quinto título seguido no campeonato, feito apenas alcançado pelo Porto.
  • O Benfica não perde há 18 jogos de todas as provas desde os 4-0 em Dortmund, a contar para a segunda mão dos oitavos-de-final, a 8 de Março.
  • Um tento da contratação de Verão Haris Seferović ajudou o Benfica a ganhar 3-1 ao Vitória SC, e a conquistar a SuperTaça, a 5 de Agosto. Seferović marcaria ainda nos primeiros três jogos - todos vitórias - dos "encarnados" na Liga, ficando apenas em branco no empate 1-1 na visita ao Rio Ave, a 26 de Agosto.
  • No total, Seferović vai em sete golos pelo clube e selecção em oito encontros esta temporada. Três deles surgiram na Qualificação Europeia para o Campeonato do Mundo - bisou no triunfo da Suíça em casa por 3-0 sobre Andorra, a 31 de Agosto, inaugurando a seguir o marcador na partida em que a Letónia foi batida pelo mesmo resultado três dias depois.
  • Jonas tem sete golos em seis jogos em 2017/18, três deles apontados no triunfo por 5-0 na recepção ao Belenenses, a 19 de Agosto.
  • Alex Grimaldo (ausente desde 5 de Agosto, lesão na perna direita) e Ljubomir Fejsa (14 Agosto, contusão na perna direita) têm estado ausentes.
  • Jardel (lesão muscular) foi substituído frente ao Rio Ave e falhou a recepção ao Portimonense, na sexta-feira.
  • André Almeida, que marcou o golo da vitória (2-1) na sexta-feira, frente ao Portimonense, prolongou o seu contrato em mais dois anos, até 2021, a 11 Agosto.
CSKA
  • Timur Zhamaletdinov, com apenas 20 anos, marcou na sua estreia (jogo completo), dando a vitória ao CSKA frente ao FC Amkar Perm, por 1-0.
  • Todas as derrotas do CSKA esta época foram em casa.
  • A formação do exército russo não perder fora do Stadion CSKA Moskva desde o desaire por 3-1 frente ao Tottenham na sexta jornada da época passada.
  • O defesa-esquerdo Georgi Schennikov marcou três golos nos últimos cinco jogos.

UEFA Champions League: Sabia que?

  • Em 2012/13 o Chelsea tornou-se no primeiro campeão europeu a não ir além da fase de grupos desde o início da UEFA Champions League. (Este registo, assim como outros, inclui as temporadas entre 1999/00 e 2002/03 em que houve duas fases de grupos). Em 1992/93, o Barcelona era detentor da Taça dos Clubes Campeões Europeus e perdeu por 4-3 no conjunto das duas mãos da segunda eliminatória ante o CSKA.
  • Em 2016/17, o Real Madrid tornou-se na primeira equipa a defender com êxito o troféu da UEFA Champions League; o Milan (1989, 1990) tinha sido o último clube a conseguir sagrar-se campeão europeu de clubes em duas épocas consecutivas. Milan (1994, 1995), Ajax (1995, 1996), Juventus (1996, 1997) e Manchester United (2008, 2009) voltaram à final como detentores do troféu, mas perderam os respectivos jogos.
  • O guarda-redes Marco Ballotta, da Lázio, tornou-se no jogador mais velho a participar na UEFA Champions League, ao alinhar na deslocação ao terreno do Real Madrid na 6ª jornada da fase de grupos de 2007/08, com 43 anos de idade e 252 dias. Alessandro Costacurta, do Milan, detém o recorde quanto a jogadores de campo, pois tinha 40 anos e 211 dias quando defrontou o AEK 2006/07.
  • Francesco Totti é o mais velho a ter marcado na prova, aos 38 anos e 59 dias, no empate 1-1 da Roma no terreno do CSKA, a 25 de Novembro de 2014. Ryan Giggs (37 anos e 289 dias) era o anterior detentor da marca.
  • Celestine Babayaro é o mais jovem a ter actuado; tinha 16 anos e 87 dias quando foi titular pelo Anderlecht frente ao Steaua (23/111994). Foi expulso aos 37 minutos.
  • Com 17 anos e 195 dias, Peter Ofori-Quaye é o mais jovem de sempre a ter marcado na UEFA Champions League e fê-lo na vitória do Olympiacos ante o Rosenborg por 5-1 (01/10/1997).
  • Lionel Messi tornou-se no primeiro jogador a marcar cinco golos num jogo no triunfo de 7-1 do Barcelona sobre o Leverkusen, a 7 de Março de 2012, feito igualado por Luiz Adriano, do Shakhtar, que goleou o BATE a 21 de Outubro de 2014, por 7-0. 11 jogadores, incluindo Messi, marcaram quatro tentos num só jogo, mais recentemente Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, na 36ª jornada em 2015/16.
  • Cristiano Ronaldo estabeleceu novo recorde na fase de grupos da UEFA Champions League ao marcar 11 golos em 2015/16 - batendo o seu próprio recorde de nove tentos - registo igualado por Luiz Adriano em 2014/15. Zlatan Ibrahimović (2013/14), Ruud van Nistelrooy (2004/05), Filippo Inzaghi e Hernán Crespo (ambos em 2002/03) conseguiram oito remates certeiros.
  • O "hat-trick" de Messi na terceira jornada da fase de grupos de 2016/17 foi o seu sétimo na competição – mais dois do que Ronaldo.
  • O Barcelona terminou como vencedor do respectivo grupo em 18 ocasiões, mais três do que o Real Madrid e quatro relativamente a Manchester United e FC Bayern München.
  • Bayern (entre 2 de Abril de 2013 e 27 de Novembro de 2013) e Real Madrid (entre 23 de Abril de 2014 e 18 de Fevereiro de 2015) detêm o recorde de vitórias seguidas na UEFA Champions League, com dez. O Bayern ultrapassou a anterior marca de nove, estabelecida pelo Barcelona entre 18 de Setembro de 2002 e 18 de Fevereiro de 2003. O Anderlecht soma 12 derrotas consecutivas (entre 10 de Dezembro de 2003 e 23 de Novembro de 2005) e é também recorde da competição.
  • Seis equipas conseguiram seis vitórias seguidas na fase de grupos: Milan (1992/93), Paris Saint-Germain (1994/95), FC Spartak Moskva (1995/96), Barcelona (2002/03, primeira fase de grupos) e Real Madrid (2011/12 e 2014/15).
  • Dezassete equipas não somaram pontos na fase de grupos, mais recentemente o Maccabi Tel-Aviv FC, em 2015/16.
  • O Real Madrid marcou 20 golos na fase de grupos de 2013/14 e igualou o recorde da competição, fixado por Manchester United (1998/99) e Barcelona (2011/12). A equipa da Catalunha marcou 19 tentos na primeira fase de grupos de 1999/2000, número alcançado pelo Real Madrid em 2011/12 e pelo Bayern em 2015/16.
  • Apenas Deportivo (2004/05) e Maccabi Haifa FC (2009/10) não marcaram na fase de grupos.
  • O BATE sofreu 24 golos em 2014/15, novo recorde, que foi igualado pelo Legia Warszawa na quinta jornada em 2016/17. O anterior máximo, 22, pertencia a Dínamo Zagreb (2011/12) e Nordsjælland (2012/13). O Malmö FF sofreu 21 em 2015/16.
  • Nenhuma equipa terminou a fase de grupos da UEFA Champions League sem sofrer golos. Milan (1992/93), Ajax (1995/96), Juventus (1996/97 e 2004/05), Chelsea (2005/06), Liverpool (2005/06), Villarreal (2005/06), Manchester United (2010/11), Mónaco (2014/15) e Paris Saint-Germain (2015/16) sofreram apenas um tento.
  • Antes da vitória por 3-1 sobre o Sporting, na sexta jornada de 2006/07, o Spartak esteve 22 jogos sem vencer, uma marca que o Steaua igualou na sexta jornada de 2013/14.
  • O RSC Anderlecht detém o recorde de mais derrotas consecutivas na prova, desde a fase de grupos até à final, tendo perdido 12 jogos seguidos de Dezembro de 2003 a Novembro de 2005. O GNK Dinamo Zagreb vem logo a seguir com 11 derrotas consecutivas, de Setembro de 2011 a Dezembro de 2012; o desaire da equipa croata na quinta jornada de 2016/17 foi o seu décimo seguido.
  • Seis foi o menor número de pontos com que uma equipa ultrapassou a fase de grupos: o Zenit, em 2013/14 e a AS Roma em 2015/16. Desde que cada vitória passou a valer três pontos, em 1995/96, oito equipas seguiram em frente com sete pontos: Legia (1995/96), Dínamo Kiev (1999/2000), Liverpool (2001/02), Lokomotiv e Juventus, mais tarde finalista (2002/03), Rangers e Bremen (2005/06) e Basileia 1893 (2014/15).
  • O Nápoles não se conseguiu apurar com 12 pontos em 2013/14, o total mais elevado de uma equipa a não ultrapassar a fase de grupos. Dínamo Kiev (1999/2000), Dortmund (2002/03 – ambos na segunda fase de grupos), PSV (2003/04), Olympiacos e Dínamo Kiev (ambos em 2004/05), Bremen (2006/07), Manchester City (2011/12), Chelsea e Cluj (ambos em 2012/13), além de Benfica (2013/14) e FC Porto (2015/16) falharam o acesso aos oitavos-de-final com dez pontos.
  • Apenas duas equipas conquistaram a UEFA Champions League no seu país: Dortmund (1997, final em Munique) e Juventus (1996, final em Roma); o Manchester United FC perdeu a final de 2011 em Londres e, 12 meses volvidos, o FC Bayern München também saiu derrotado no seu estádio, a Fußball Arena München.

#EQUALGAME

Esta semana, os adeptos do futebol que assistam aos jogos da UEFA Champions League no estádios, "on-line" e na televisão irão ter a oportunidade de ver a estreia dos novos anúncios da UEFA RESPECT, denominados #EqualGame. Os anúncios, que contam com a participação de Ada Hegerberg, Lionel Messi, Paul Pogba, Cristiano Ronaldo e vários jogadores amadores, pretendem ao longo da época promover a inclusão, diversidade e acessibilidade no futebol europeu com o lema "Todos têm o direito de desfrutar do futebol, independentemente de quem for, de onde estiver e de como joga". Mais informações sobre a campanha e os anúncios podem ser encontradas no comunicado de imprensa e no "site" da campanha: www.equalgame.com (em inglês).

Conferência de imprensa

RUI VITÓRIA: "ESTAMOS PREPARADOS PORQUE ESTUDÁMOS O CSKA"
Rui Vitória anteviu, esta segunda-feira, o jogo com o CSKA a contar para a 1.ª jornada da fase de grupo da Liga dos Campeões.
“Vamos encontrar um adversário difícil, que tem tido resultados positivos fora de casa. Vai-se apresentar com um bloco de três defesas que passa para cinco, com avançados móveis e vamos ter alguns desafios pela frente. Estamos preparados porque estudámos bem o CSKA. É um adversário forte, mas está perfeitamente identificado. Temos de ser uma equipa concentrada”, começou por analisar.
Instado a comentar se a exibição frente ao Portimonense se ia repetir com o CSKA, o técnico foi taxativo: “Estamos a falar de Liga dos Campeões. É uma realidade diferente do Campeonato. Não podemos colocar tudo dentro do mesmo saco. Todas as equipas do nosso grupo tiveram dificuldades na jornada do respetivo campeonato. Vamos colocar em campo as nossas valências”, assegurou.
Rui Vitória já manifestou satisfação com o plantel à disposição e garantiu que é a pensar nas várias provas em que o Benfica está inserido. “Quando formamos um plantel é para todas as competições. Não digo que é só para o Campeonato. Foi feito dentro das nossas possibilidades e vai estar pronto para os nossos objetivos. Gostava de ter todos os jogadores em pleno, mas a vida das equipas é assim. Por vezes não está um, nasce outro”, frisou.
“VAMOS COLOCAR EM CAMPO AS NOSSAS VALÊNCIAS”
O treinador Benfiquista concordou, ainda, que a experiência adquirida nos últimos dois anos na Champions permite preparar melhor as partidas para esta época. “As nossas vivências vão enriquecendo o grupo. Cada treinador aborda cada jogo olhando ao que tem de fazer, e coloca as suas armas em campo. Foi assim que preparei o primeiro jogo da Champions. Claro que o conhecimento que vamos tendo da competição ajuda a perceber como devemos competir, mas a experiência não garante nada”, vincou.
A filosofia do Benfica é encarar jogo a jogo. Assim sendo, a Liga dos Campeões é a prioridade, mas deixará de ser a partir das 21h30. “A Champions é a prioridade porque é a próxima, segue-se o Campeonato e por aí fora. Depois há Taça da Liga e a Taça de Portugal. É sempre assim, mas cada jogo que faço com o Benfica é para ganhar”, sublinhou.
Na Rússia fala-se em problemas no seio da formação moscovita. Rui Vitória não aprofundou muito o assunto. “O que vejo é que a equipa do CSKA, não a conhecendo por dentro, é uma equipa organizada, sabendo o que que faz em cada jogo, com um misto de jogadores jovens e experientes. Se houve problemas não deram sinais disso”, resumiu.
Já sobre uma eventual estreia de Gabigol pelo Benfica e na Liga milionária, o timoneiro não levantou a ponta do véu: “A estreia de um jogador na Liga dos Campeões é visto de uma forma normal. Todos os nossos jogos são encarados como uma final e temos de dar tudo dentro de campo. Não faço intervenção particular num jogador. Se o Gabriel tiver de jogar, jogará. O importante é que nós entendamos o momento para poder explanar o melhor do seu futebol”, explicou.
ANDRÉ ALMEIDA: "JOGO DIFÍCIL MAS QUEREMOS OS TRÊS PONTOS"
André Almeida marcou presença na sala de conferência de imprensa do Estádio da Luz para lançar o jogo com o CSKA desta terça-feira. O camisola 34 começou por revelar que o grupo está entusiasmado pela estreia nesta edição da Liga dos Campeões.
“O grupo está entusiasmado. É o início de uma competição que todos gostamos de jogar. O grupo é uniforme e complicado. Há boas equipas e bons jogadores. Espero um jogo difícil mas queremos os três pontos”, começou por dizer.
Frente ao Portimonense marcou um grande golo, mas o mais importante foi a equipa. O prémio, esse, estava em casa… “Estou confiante. Foi importante ter ajudado o Benfica a conquistar os três pontos. Tem-se falado do Prémio Puskas, mas não ligo a isso. O meu prémio foi chegar a casa e estar com a minha família”, assumiu.
O grupo A conta com Basileia e Manchester United para além do Benfica e do CSKA. “É um grupo equilibrado, com boas equipas. Vamos ter deslocações complicadas e temos de estar atentos a todos os adversários”, analisou.
Para o jogo de terça-feira, André Almeida deixou uma garantia: “Temos trabalhado bem durante a semana e temos as ideias bem definidas para o jogo. Vamos querer pôr tudo em prática.”

Lista de Convocados

  • Guarda-redes: Bruno Varela e Júlio César;
  • Defesas: Lisandro, Grimaldo, Luisão, Eliseu, André Almeida e Rúben Dias;
  • Médios: Filipe Augusto, Samaris, Zivkovic, Salvio, Pizzi, Cervi e João Carvalho;
  • Avançados: Raúl Jiménez, Jonas, Gabriel Barbosa, Seferović e Rafa.

Boletim Clínico

  • Brevemente

XI Provável

Seferović Jonas
Cervi Pizzi Samaris Salvio
Eliseu Lisandro Luisão (C) Almeida
Varela

Talking Points

  • Qual é a sua previsão sobre o resultado final e os marcadores?
  • Qual é o seu onze inicial, estrutura e dinâmicas preferidos para este jogo?
  • Que jogador ou aspeto do jogo do adversário constitui-se como a maior ameaça para o SL Benfica?
  • Que jogador terá que fazer acontecer, superar-se a si próprio e embalar a equipa para a vitória?
Nota: Este texto foi elaborado recorrendo a informações recolhidas no sítio web da UEFA.
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2017.06.10 15:44 feedreddit O pior da agenda tóxica de Donald Trump só será desencadeado com uma grande crise nos EUA

O pior da agenda tóxica de Donald Trump só será desencadeado com uma grande crise nos EUA
by Naomi Klein via The Intercept
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Durante a campanha presidencial, algumas pessoas achavam que os pontos mais abertamente racistas da plataforma de Donald Trump eram apenas uma estratégia para causar irritação, não um plano de ação concreto. Porém, na primeira semana de seu mandato, quando ele vetou a entrada de cidadãos de sete países de maioria muçulmana, a ilusão logo foi desfeita. Felizmente, a reação foi imediata: marchas e protestos em aeroportos, greves de taxistas, manifestações de advogados e políticos locais. Por fim, o veto foi considerado ilegal pela Justiça americana.
Esse episódio mostrou a força da resistência e a coragem da Justiça; havia muito o que comemorar. Alguns chegaram a dizer que essa primeira derrota havia disciplinado Trump, que a partir de então seguiria uma rota mais convencional e racional.
Outra perigosa ilusão.
É verdade que muitos dos itens mais radicais da agenda do governo ainda não foram realizados. Mas não se enganem; ele não abandonou seus projetos. Eles estão bem guardados, à espreita, e uma grande crise pode trazê-los à tona.
Grandes choques costumam ser aproveitados para nos empurrar goela abaixo medidas impopulares e antidemocráticas a favor dos grandes empresários que jamais seriam aprovadas em tempos de estabilidade. É a “Doutrina do Choque”, nome que utilizei para descrever esse fenômeno. Ela foi utilizada repetidamente nas últimas décadas, seja por ditadores como Augusto Pinochet ou por presidentes americanos, como no caso do furacão Katrina.
Vimos a Doutrina do Choque em ação recentemente, antes da eleição de Trump, em cidades americanas como Detroit e Flint, onde a falência financeira do município foi usada como pretexto para dissolver a democracia local e nomear “gestores emergenciais”, que declararam guerra aos serviços e educação públicos. O mesmo está acontecendo em Porto Rico, onde a crise da dívida foi a desculpa utilizada para a criação do Conselho de Gestão e Supervisão Financeira, uma entidade que, sem precisar prestar contas a ninguém, tem o poder de implementar medidas de austeridade como cortes previdenciários e fechamento de escolas. A mesma tática está sendo usada no Brasil, onde, após o bastante questionável impeachment da presidente Dilma Rousseff, instalou-se um regime ilegítimo e ferventemente pró-empresariado. Entre as medidas adotadas estão o congelamento dos gastos públicos por 20 anos e o leilão de aeroportos, usinas de energia e outros ativos públicos, em um verdadeiro frenesi privatizante.
Como escreveu Milton Friedman, muitos anos atrás, “apenas uma crise – real ou presumida – produz mudanças. Quando uma crise ocorre, as medidas adotadas dependem das ideias presentes na paisagem política. Esta é a nossa função primordial: desenvolver alternativas às políticas existentes, mantendo-as ao alcance da mão até que o politicamente impossível se torne politicamente inevitável”. Certos alarmistas estocam comida enlatada e água para o caso de um grande desastre natural; outros estocam ideias espetacularmente antidemocráticas.
Agora, como muitos já perceberam, a história está se repetindo com Donald Trump. Durante a campanha, ele não disse a seus admiradores que iria cortar verbas de programas de fornecimento de alimentos a pessoas necessitadas. Ele também nunca admitiu que iria tentar tirar o plano de saúde de milhões de americanos ou adotar cada uma das medidas sugeridas pelo grupo Goldman Sachs. Não, ele disse o contrário de tudo isso.
Desde que assumiu a presidência, Donald Trump não fez o menor esforço para dissipar a atmosfera de caos e crise. Algumas turbulências, como o dossiê russo, surgiram contra a sua vontade ou por pura incompetência, mas muitas delas parecem ter sido deliberadamente fabricadas. Em todo caso, enquanto estamos distraídos pelo espetáculo Trump, ávidos por notícias sobre suas supostas crises conjugais ou globos luminosos, seu projeto de concentração de renda segue em frente, metódico e silencioso.
A velocidade das mudanças também contribui para isso. Com o tsunami de decretos presidenciais assinados nos 100 primeiros dias do governo de Trump, logo ficou claro que seus assessores estavam seguindo o conselho dado por Maquiavel em O Príncipe: “As injúrias devem ser feitas todas de uma vez, de forma que, sendo menos saboreadas, causem menos ofensa”. A lógica é simples: é mais fácil resistir a mudanças graduais e contínuas; se as transformações acontecem de uma só vez, a população não consegue se organizar para lidar com todas ao mesmo tempo, acabando por engolir o sapo.
Mas tudo isso não passa de uma versão light da Doutrina do Choque; é o máximo que Trump pode fazer com as pequenas crises que ele mesmo cria. Embora seja necessário denunciar e resistir ao que está sendo feito agora, também deveríamos nos preocupar com o que Trump fará quando puder se aproveitar de uma verdadeira crise. Talvez seja um _crash_econômico, como a crise das hipotecas _subprime_de 2008; ou uma catástrofe natural, como a Supertempestade Sandy; ou então um terrível ataque terrorista, como o atentado a bomba de Manchester. Qualquer uma dessas crises poderia alterar radicalmente a conjuntura política, transformando subitamente o que hoje parece improvável em algo inevitável.
Vamos analisar alguns cenários de choques possíveis, e como eles poderiam ser utilizados para tornar realidade a nociva agenda de Donald Trump.
Policiais se juntam ao público em St Ann’s Square, em Manchester, para observar as flores e mensagens em homenagem às vítimas do atentado de 22 de maio na Manchester Arena. (31 de maio de 2017)
Foto: Oli Scarff/AFP/Getty Images

Choque terrorista

Os recentes atentados em Londres, Manchester e Paris nos dão um indício de como o governo Trump tentaria explorar um grande ataque terrorista contra os EUA em seu próprio território ou no exterior. Depois do terrível atentado a bomba de Manchester, no mês passado, o governo conservador inglês lançou uma campanha feroz contra o Partido Trabalhista e Jeremy Corbyn, por este ter sugerido que o fracasso da “Guerra ao Terror” estaria alimentando o terrorismo. As declarações de Corbyn foram qualificadas de “monstruosas” – uma atitude muito parecida com a retórica “ou vocês estão conosco, ou com os terroristas” usada por George W. Bush após o ataque de 11 de Setembro de 2001. Para Donald Trump, o atentado foi consequência das “milhares e milhares de pessoas que estão entrando em vários países”, embora o terrorista – Salman Abedi – tenha nascido no Reino Unido.
Da mesma forma, logo após o atentado de Westminster, em março 2017, quando um motorista jogou um carro contra uma multidão de pedestres, matando quatro e deixando dezenas de feridos, o governo conservador logo declarou que a privacidade das comunicações digitais era uma ameaça à segurança nacional. A ministra do Interior, Amber Rudd, disse em um programa da BBC que a criptografia de programas como o Whatsapp era “totalmente inaceitável”. Ela afirmou estar negociando a “colaboração” das grandes empresas de tecnologia, para que elas forneçam ao governo um acesso especial a essas plataformas. Depois do atentado da London Bridge, ela voltou a atacar a privacidade na internet de forma ainda mais veemente.
De maneira ainda mais preocupante, depois dos atentados de Paris, em 2015 – que deixaram 130 mortos –, o governo de François Hollande declarou o estado de emergência na França, proibindo manifestações políticas. Estive na França uma semana depois daqueles horríveis acontecimentos e não pude deixar de estranhar o fato de que, embora os ataques tenham sido perpetrados contra os símbolos da vida parisiense cotidiana – um show, um estádio de futebol, restaurantes etc. –, apenas a atividade política nas ruas havia sido proibida. Grandes shows, mercados natalinos e eventos esportivos – alvos perfeitos para futuros atentados – continuaram funcionando normalmente. Nos meses seguintes, o estado de emergência foi repetidamente prolongado. Ele ainda está em vigor e deve durar pelo menos até julho de 2017. Na França, o estado de exceção virou a regra.
Isso foi feito por um governo de centro-esquerda em um país com uma longa tradição de greves e manifestações. Só uma pessoa ingênua acreditaria que Donald Trump e Mike Pence não aproveitariam um ataque terrorista nos EUA para ir ainda mais longe. A reação seria imediata, declarando manifestantes e grevistas que bloqueassem rodovias e aeroportos – os mesmos que reagiram ao veto à entrada de muçulmanos – uma ameaça à “segurança nacional”. Os líderes dos protestos seriam alvo de rigorosa vigilância e jogados na prisão.
Temos que nos preparar para o uso de crises de segurança como pretexto para intensificar a criminalização de grupos e comunidades que já estão na mira do governo: imigrantes latinos, muçulmanos, líderes do movimento Black Lives Matter, ativistas ambientais e jornalistas investigativos. Essa é uma possibilidade concreta. Em nome da luta contra o terrorismo, o secretário de Justiça, Jeff Sessions, poderia finalmente acabar com a supervisão federal das policias estaduais e municipais, favorecendo a impunidade nos casos de abuso policial contra negros e outras minorias.
E não há nenhuma dúvida de que o presidente se aproveitaria de um atentado terrorista para atacar o Judiciário. Ele deixou isso bem claro ao escrever em sua conta no Twitter, após a suspensão judicial do veto migratório: “Como um juiz pode colocar nosso país em risco? Se algo acontecer, a culpa será dele e do sistema judicial”. Na noite do atentado da London Bridge, no dia 3 de junho, ele foi ainda mais longe: “O Judiciário tem que nos devolver os nossos direitos. Precisamos do veto de entrada como uma segurança extra!” No contexto de histeria coletiva e revolta que se instalaria depois de um ataque terrorista em solo americano, talvez os juízes não tenham a mesma coragem para barrar uma nova proibição à entrada de muçulmanos nos EUA.
Nesta foto tirada em 7 de abril de 2017 pela marinha americana, no Mar Mediterrâneo, o contratorpedeiro USS Porter (DDG 78) lança um míssil Tomahawk contra uma base aérea síria. O bombardeio foi uma retaliação a um terrível ataque com armas químicas realizado naquela mesma semana.
Foto: Mass Communication Specialist 3rd Class Ford Williams/U.S. Navy via AP

Choque bélico

A reação mais exagerada e letal de um governo a um ataque terrorista é se aproveitar do clima de medo para declarar guerra a outro(s) país(es). Não importa se o alvo não tem nenhuma relação com o atentado terrorista em questão; o Iraque não tinha nada a ver com o 11 de Setembro, mas foi invadido mesmo assim.
Os alvos mais prováveis de Trump estão no Oriente Médio, incluindo países como Síria, Iêmen, Iraque e, principalmente, Irã. Outro inimigo em potencial é a Coreia do Norte, sobre a qual o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, afirmou que “estamos abertos a todas as opções”, se recusando a descartar a possibilidade de um ataque preventivo.
Os colaboradores mais íntimos de Trump – principalmente aqueles oriundos do setor de defesa – têm diversas razões para apoiar mais ações militares. O lançamento de mísseis contra a Síria em abril de 2017 – realizado sem a aprovação do Congresso e, portanto, ilegal, segundo alguns especialistas – rendeu-lhe a cobertura midiática mais positiva de seu mandato até então. Os assessores mais próximos do presidente aproveitaram para declarar que o ataque era uma prova de que não havia nada de indecoroso nas relações entre a Casa Branca e a Rússia.
Mas há uma outra razão, menos evidente, para usar uma crise de segurança como desculpa para entrar em guerra: essa é a maneira mais rápida e eficaz de forçar um aumento no preço do petróleo, principalmente se o conflito prejudicar o fornecimento global da commodity. Isso traria grandes vantagens para gigantes como a Exxon Mobil, cujos lucros diminuíram drasticamente com a queda do preço desse produto. Feliz coincidência para a Exxon: Rex Tillerson, antigo diretor-executivo da empresa, é o atual secretário de Estado dos EUA. Tillerson trabalhou na Exxon durante praticamente toda a sua carreira – 41 anos; ao se aposentar, ele fechou um acordo com a empresa para receber espantosos US$ 180 milhões.
Além de empresas como a Exxon, talvez o único beneficiado com um aumento do preço do petróleo advindo da instabilidade global seria a Rússia de Vladimir Putin, um país que depende da venda dessa matéria-prima e que tem atravessado uma crise econômica desde a queda dos preços no mercado internacional. A Rússia é o maior exportador mundial de gás natural e o segundo maior de petróleo – depois da Arábia Saudita. Uma alta de preços seria uma boa notícia para Putin; antes de 2014, metade das receitas do Estado russo era proveniente do setor de óleo e gás.
Porém, quando os preços desabaram, a Rússia perdeu centenas de bilhões de dólares, uma catástrofe econômica com sérias consequências para o povo russo. Segundo o Banco Mundial, em 2015, os salários reais caíram quase 10% no país; o rublo perdeu quase 40% de seu valor e o número de pobres subiu de 3 para 19 milhões. Putin tenta manter sua imagem de homem forte, mas a crise econômica o deixa vulnerável.
Também já se falou muito sobre o vultoso acordo entre a Exxon Mobil e petroleira estatal russa Rosneft para a extração de petróleo no Ártico. Putin chegou a se gabar do montante envolvido – meio trilhão de dólares. É verdade que a negociação saiu dos trilhos com as sanções americanas à Rússia; porém, apesar da postura conflitante dos dois países em relação à Síria, é possível que Trump decida suspender as sanções e abrir caminho para a concretização do negócio, o que ajudaria a Exxon a superar seu momento difícil.
No entanto, mesmo se as sanções forem retiradas, ainda haveria outra pedra no caminho do projeto: o baixo preço do petróleo. Tillerson fechou o acordo com a Rosneft em 2011, quando o preço do barril chegou a altíssimos US$ 110. Em um primeiro momento, o consórcio faria a prospecção de petróleo nas águas ao norte da Sibéria, onde a extração seria difícil e cara. Para ser viável economicamente, o petróleo do Ártico teria que vendido a cerca de US$ 100 o barril – ou até mais caro. Portanto, mesmo se as sanções forem suspensas pelo governo Trump, o projeto da Exxon e da Rosneft só valerá a pena se o preço do petróleo estiver suficientemente alto. Consequentemente, qualquer instabilidade que empurre a cotação do petróleo para cima seria do interesse de muita gente.
Se o barril de petróleo ultrapassar a marca dos US$ 80, a corrida desenfreada para encontrar, extrair e queimar combustíveis fósseis vai recomeçar, mesmo se for preciso perfurar nossas calotas polares em derretimento ou extrair petróleo altamente poluente das areias betuminosas. Se isso acontecer, podemos acabar perdendo a nossa última chance de evitar uma catástrofe climática.
Portanto, evitar um conflito internacional e deter as mudanças climáticas são duas batalhas de uma mesma guerra..
Uma tela mostra dados financeiros no dia 22 de janeiro de 2008.
Foto: Cate Gillon/Getty Images

Choque econômico

Uma das marcas do projeto econômico de Trump tem sido o frenesi de desregulamentação financeira, o que aumenta em grande medida o risco de novos choques e desastres econômicos. O presidente americano anunciou que pretende revogar a Lei Dodd-Frank, peça fundamental da reforma financeira implementada pelo governo Obama após o colapso bancário de 2008. Embora não seja rigorosa o suficiente, a lei impede que a especulação desenfreada de Wall Street crie novas bolhas, que, quando explodem, causam novos choques econômicos.
Trump e sua equipe sabem disso, mas os lucros obtidos com as bolhas são sedutores demais para que eles se importem. Além do mais, os bancos nunca foram realmente à falência, e continuam sendo “grandes demais para quebrar”. Trump sabe que, no caso de outra grande crise, teremos outro resgate das instituições financeiras, exatamente como em 2008. O presidente chegou mesmo a decretar a revisão de um mecanismo da Lei Dodd-Frank criado para evitar que o contribuinte pague a conta de um novo resgate aos bancos. Visto a quantidade de ex-executivos do Goldman Sachs no governo Trump, isso é um péssimo sinal.
Alguns membros do governo também veem a crise econômica como uma oportunidade para atacar certos programas sociais. Durante a campanha, Trump seduziu o eleitorado com a promessa de não mexer na Seguridade Social nem no Medicare, o plano de saúde público dos EUA. Mas isso pode ser impraticável devido à grande redução de impostos que vem por aí, embora o governo aplique uma matemática fictícia para argumentar que o crescimento econômico gerado compensaria as perdas. O orçamento que foi proposto já é um primeiro ataque à Seguridade Social, e uma crise econômica poderia dar a Trump um conveniente pretexto para descumprir suas promessas. Em uma conjuntura pintada como apocalipse econômico, Betsy DeVos poderia até realizar seu sonho de substituir as escolas públicas por um sistema de escolas charter e vouchers.
A camarilha de Trump tem uma longa lista de políticas que jamais seriam aprovadas em tempos de normalidade. No início do mandato, por exemplo, Mike Pence se reuniu com o governador do Wisconsin, Scott Walker, que lhe contou como havia conseguido retirar o direito à negociação coletiva dos sindicatos do setor público no estado, em 2011. E qual foi o argumento utilizado para a aprovação da medida? A crise fiscal do governo estadual, o que levou o colunista Paul Krugman, do New York Times, a declarar que “a Doutrina do Choque está sendo aplicada de forma escancarada” no Wisconsin.
Juntando as peças do quebra-cabeça, o cenário fica claro: a barbárie econômica do governo provavelmente não será realizada no primeiro ano de mandato. Ela vai se revelar mais tarde, quando, inevitavelmente, as crises orçamentária e financeira chegarem. Só então, em nome da salvação fiscal do governo – e quem sabe da economia inteira –, a Casa Branca começará a realizar os desejos mais polêmicos das grandes corporações.
Gado pastando perto de um incêndio florestal nas cercanias de Protection, Kansas. (7 de março de 2017)
Foto: Bo RadeWichita Eagle/TNS/Getty Images

Choque ambiental

Da mesma forma que as políticas de segurança nacional e econômica do governo certamente causarão e aprofundarão crises, o foco de Trump em aumentar a produção de combustíveis fósseis, desmontar a legislação ambiental dos EUA e sabotar o Acordo de Paris abre caminho para novos acidentes industriais e futuras catástrofes climáticas. O dióxido de carbono lançado na atmosfera leva cerca de 10 anos para ter um efeito sobre o aquecimento global; portanto, as piores consequências das políticas de Trump só devem ser sentidas quando ele não estiver mais no poder.
Mesmo assim, o aquecimento global já está em um nível tão alarmante que nenhum presidente pode chegar ao fim do mandato sem enfrentar grandes desastres naturais. Donald Trump mal havia completado dois meses na função quando teve que lidar com grandes incêndios florestais no centro-oeste dos EUA. A mortandade de gado foi tão grande que um pecuarista descreveu a situação como “o nosso Furacão Katrina”.
Trump não demonstrou preocupação com os incêndios; não escreveu um tuíte sequer. Porém, quando uma supertempestade atingir o litoral do país, teremos uma reação muito diferente desse presidente que conhece o valor dos imóveis à beira-mar, despreza os pobres e investe apenas em construções para os mais abastados. A grande preocupação é com a repetição do ataque às escolas públicas e à habitação social e do vale-tudo imobiliário que se seguiram ao desastre – o que não é nada improvável, visto o papel central do vice-presidente Mike Pence na elaboração das políticas pós-Katrina.
Mas os grandes beneficiados da era Trump nessa área serão, sem dúvida, as empresas de resgate particular, direcionadas à clientela mais rica. Quando eu estava escrevendo “A Doutrina do Choque”, o setor ainda estava engatinhando, e muitas empresas não sobreviveram. Uma delas era a Help Jet, sediada na cidade queridinha de Trump, West Palm Beach. Enquanto esteve em atividade, a Help Jet ofereceu serviços de resgate VIP para quem pagasse uma taxa de associação.
Quando um furacão se aproximava, a Help Jet mandava limusines para buscar seus clientes, fazia reservas em hotéis cinco-estrelas e spas em algum lugar seguro e despachava-os em jatos particulares. “Sem fila nem multidão; apenas uma experiência de primeira classe que transforma um problema em um feriado”, dizia um dos anúncios da empresa. “Aproveite a sensação de evitar o pesadelo dos planos de evacuação em caso de furacão”, sugeria outra propaganda. Em retrospectiva, parece que a Help Jet, longe de ter superestimado o potencial desse nicho, estava apenas à frente de seu tempo. Atualmente, no Vale do Silício e em Wall Street, os mais abastados e temerosos se preparam para o caos climático e social comprando vagas em abrigos subterrâneos personalizados no Kansas – protegidos por mercenários fortemente armados – e construindo refúgios nas alturas da Nova Zelândia. E, lá, só se chega de jatinho particular, é claro.
O que é realmente preocupante nesse fenômeno da “sobrevivência de luxo” – além da esquisitice da coisa toda – é que, enquanto os ricos criam seus suntuosos refúgios particulares, há cada vez menos investimentos em infraestruturas de prevenção e resposta a desastres que possam ajudar a todos independentemente da renda. E foi exatamente isso que causou tanto sofrimento desnecessário em Nova Orleans depois da passagem do Katrina.
Os EUA estão caminhando cada vez mais rápido em direção a um sistema privado de resposta a desastres. Em estados como Califórnia e Colorado, mais suscetíveis a incêndios, empresas seguradoras oferecem um serviço especial: em caso de incêndio florestal, uma equipe de bombeiros particulares é despachada para aplicar um tratamento antichamas nas mansões dos clientes, deixando as outras à mercê do fogo.
A Califórnia nos oferece uma amostra do que ainda vem por aí. O estado emprega no combate a incêndios mais de 4.500 presidiários, que recebem 1 dólar por hora para arriscar a vida na linha de frente e cerca de 2 dólares por dia no acampamento. Segundo estimativas, a Califórnia economiza bilhões de dólares por ano graças a esse programa – um produto emblemático da mistura entre austeridade, encarceramento em massa e mudança climática..
Migrantes e refugiados se aglomeram perto do local de travessia na fronteira nas proximidades do povoado grego de Idomeni, no dia 5 de março de 2016, onde milhares de pessoas esperam para entrar na Macedônia.
Foto: Dimitar Dilkoff/AFP/Getty Images

Um mundo de zonas verdes e zonas vermelhas

Com o desenvolvimento de soluções privadas para catástrofes naturais, os setores mais abastados da sociedade têm menos motivos para pressionar o governo por mudanças na política ambiental e evitar um futuro ainda mais catastrófico para a vida na Terra. Isso pode explicar por que Trump está tão determinado a acelerar a crise climática.
Por enquanto, a discussão sobre os recuos da política ambiental de Trump gira em torno de um suposto racha no governo entre os céticos – aqueles que negam as mudanças climáticas, como o próprio Trump e o chefe da Agência de Proteção Ambiental, Scott Pruitt – e aqueles que reconhecem o fator humano do aquecimento global, como Rex Tillerson e Ivanka Trump. Mas isso é irrelevante. O que todos os assessores de Trump têm em comum é a crença de que eles, seus filhos e seus pares estarão em segurança; que sua riqueza e contatos irão protegê-los do pior. Eles perderão alguns imóveis com vista para o mar, é verdade, mas isso não é nada que não possa ser substituído por uma bela mansão nas montanhas.
Essa despreocupação é uma tendência extremamente inquietante. Em uma era de desigualdade crescente, uma boa parte das nossas elites está se isolando física e psicologicamente do destino coletivo da humanidade. Esse isolacionismo, ainda que apenas mental, permite que os ricos não só ignorem a necessidade de proteger o meio ambiente, mas também se aproveitem dos desastres e do clima de instabilidade para lucrar ainda mais. Estamos indo em direção a um mundo dividido entre “zonas verdes” fortificadas para os ricos e “zonas vermelhas” para o resto. E “zonas negras” – prisões secretas – para quem não estiver satisfeito. Europa, Austrália e América do Norte estão fortificando (e privatizando) cada vez mais as fronteiras para se isolar daqueles que fogem de seus países para sobreviver. Muitas vezes, os próprios países que agora estão se fechando são em grande parte responsáveis pelas ondas de imigração, seja por meio de acordos comerciais predatórios, guerras ou desastres ambientais intensificados pelas mudanças climáticas.
De fato, se mapearmos as áreas que mais sofrem com conflitos armados atualmente – dos sangrentos campos de batalha no Afeganistão e Paquistão à Líbia, Iêmen, Somália e Iraque –, um fato nos salta aos olhos: esses são alguns dos lugares mais quentes e secos do planeta; são regiões à beira da fome e da seca, dois catalisadores de conflitos, que, por sua vez, ajudam a produzir migrantes.
E a mesma tendência a diminuir a humanidade do “outro” – tornando-nos insensíveis às vítimas civis de bombardeios em países como Iêmen e Somália – agora está sendo aplicada aos refugiados, cuja busca por segurança é vista como a invasão de um exército ameaçador. É nesse contexto que, de 2014 para cá, 13 mil pessoas que tentavam chegar à Europa morreram afogadas no Mediterrâneo, muitas delas crianças e bebês; é nesse contexto que a Austrália está tentando normalizar o encarceramento de refugiados em centros de detenção nas ilhas de Nauru e Manus, em condições classificadas por diversas organizações humanitárias como análogas à tortura. É nesse mesmo contexto que o gigantesco acampamento de refugiados de Calais, recém-desmantelado, foi apelidado de “selva” – da mesma forma que as vítimas abandonadas do Katrina foram chamadas pela mídia de direita de “animais”.
O dramático crescimento nas últimas décadas do nacionalismo de direita, do racismo, da islamofobia e do supremacismo branco em geral está intimamente ligado às novas tendências geopolíticas e ecológicas. A única maneira de justificar essas formas bárbaras de exclusão é apostando em teorias de hierarquização racial, que determinam quem merece ou não ser excluído das “zonas verdes”. É isso que está em jogo quando Trump chama os mexicanos de estupradores e “_hombres_maus”; quando os refugiados sírios são tachados de terroristas em potencial; quando a política conservadora canadense Kellie Leitch defende um teste de “valores canadenses” para imigrantes; ou quando sucessivos primeiros-ministros australianos classificam os sinistros campos de detenção como uma alternativa “humanitária” à morte no mar.
Esse é o resultado típico da instabilidade global em nações que nunca repararam os crimes do seu passado; em países que insistem em ver a escravidão e o roubo das terras indígenas como meros solavancos em uma história gloriosa. Afinal de contas, a separação entre zonas verdes e vermelhas já existia na sociedade escravocrata: os bailes na casa dos senhores aconteciam a poucos metros da tortura nos campos. E tudo isso nas terras violentamente arrancadas dos índios – terra sobre a qual a riqueza norte-americana foi construída. Agora, as mesmas teorias de hierarquia racial que justificaram tanta violência em nome do progresso estão ressurgindo à medida que a riqueza e o conforto que elas proporcionaram começa a se desgastar.
Trump é apenas uma manifestação precoce desse desgaste. Mas ele não é o único. E não será o último.
Moradores da favela da Mangueira assistem de longe aos fogos de artifício da cerimônia de abertura das Olimpíadas de 2016, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. (5 de agosto de 2016)
Foto: Mario Tama/Getty Images

Uma crise de imaginação

Cidades fortificadas exclusivas para os ricos, isolados do resto do mundo em luta pela sobrevivência. É sintomático que esse seja um tema recorrente de diversos filmes de ficção científica atualmente, como Jogos Vorazes, em que o decadente Capitólio enfrenta as colônias desesperadas; e Elysium, em que uma elite vive em uma estação espacial acima de uma enorme e violenta favela. Esta é uma visão entranhada na mitologia das grandes religiões ocidentais, com suas épicas narrativas sobre dilúvios purificadores e um pequeno grupo de eleitos; histórias de infiéis ardendo em chamas enquanto os justos se refugiam em uma cidade fortificada nos céus. A dicotomia entre vencedores e condenados está tão presente no nosso imaginário coletivo que é um verdadeiro desafio pensar em outros finais para a narrativa da humanidade; um final em que a raça humana se una em um momento de crise em vez de se separar; um final em as fronteiras sejam derrubadas em vez de multiplicadas.
Afinal de contas, o objetivo de toda essa tradição narrativa nunca foi simplesmente descrever o que inevitavelmente acontecerá com a humanidade. Não, essas histórias são um aviso, uma tentativa de abrir os nossos olhos para que possamos evitar o pior.
“Nós temos a capacidade de dar ao mundo um novo começo”, disse Thomas Paine muitos anos atrás, resumindo em poucas palavras o desejo de fugir de um passado que está no cerne tanto do colonialismo quanto do “sonho americano”. Porém, a verdade é que nós _não temos_esse poder divino de reinvenção; nunca o tivemos. Temos que conviver com nossos erros e problemas, bem como respeitar os limites do nosso planeta.
Mas o que nós temos é a capacidade de mudar, de reparar velhas injustiças e a nossa relação com o próximo e com o planeta em que vivemos. Essa é a base da resistência à Doutrina do Choque.
Adaptado do novo livro da Naomi Klein, _No Is Not Enough: Resisting Trump’s Shock Politics and Winning the World We Need. _O livro será publicado em novembro de 2017 pela Bertrand Brasil. Foto do topo: Bombeiros do Kansas e de Oklahoma lutam contra um incêndio perto de Protection, no Kansas. (6 de março de 2017)
Tradução: Bernardo Tonasse
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2017.05.10 01:35 Ich_Liegen [Em Inglês] Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demite diretor da FBI durante as investigações de interferência Russa nas eleições

[Em Inglês] Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demite diretor da FBI durante as investigações de interferência Russa nas eleições submitted by Ich_Liegen to brasil [link] [comments]


2016.06.18 13:51 ShaunaDorothy Os operários não têm lado no impeachment do Brasil

https://archive.is/GoVaH
A frente popular do PT pavimentou o caminho para a reação da direita
Os operários não têm lado no impeachment do Brasil
Romper com o PT! Por um partido operário revolucionário!
Com um escândalo de corrupção sacudindo o país, a câmara baixa do congresso brasileiro votou, no mês passado, pelo início de um processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff. Desde 2002, o Partido dos Trabalhadores, inicialmente sob seu fundador, Luiz Inácio Lula da Silva, e depois sob Dilma Rousseff, governou o Brasil através de uma série de coligações de colaboração de classes. Hoje acusa-se Dilma Rousseff de alterar a contabilidade para disfarçar rombos no orçamento federal. Os antigos sócios de coligação do PT –eles próprios investigados ou enfrentando processos por corrupção em muitos casos– são parte daqueles que lideram o ataque contra Rousseff. Um deles é o vice-presidente Michel Temer, do burguês PMDB, que assumirá a presidência se Dilma Rousseff for suspensa ou destituída do cargo.
O bloco que governa o Brasil é um exemplo de “frente popular”, uma coligação de colaboração de classes onde um ou vários partidos operários aliam-se com forças burguesas para governar em nome dos capitalistas. Nós, por princípio, somos contra essas formações burguesas. Os partidos operários reformistas, como o PT, têm uma contradição de classe entre a base proletária e o programa pró-capitalista de sua direção. Quando esses partidos, não obstante, entram em uma aliança frente populistas, a contradição de classe é suprimida em favor da burguesia, garantindo que não serão ultrapassados os limites daquilo que a classe dominante considera aceitável enquanto esses partidos estiverem no poder. Mais uma vez, isso foi confirmado pela experiência de governo do PT.
Durante mais de cinco anos, o governo de Rousseff impôs à classe trabalhadora toda uma ladainha de ataques, desde a implementação de medidas de austeridade e cortes no gasto social até ataques contra operários em greve e camponeses que resistem contra o despojo de suas terras. Esses ataques se seguiram a quase uma década de duros rigores impostos pelo FMI durante o governo do antigo líder operário Lula, que, como presidente, mostrou ser um servidor confiável tanto dos imperialistas como da burguesia brasileira. O PT de Lula usou a sua autoridade sobre o movimento operário para implementar medidas neoliberais que nem os seus predecessores de direita tinham conseguido implementar. Ao mesmo tempo, a primeira época do governo PT coincidiu com um auge global nos preços das matérias-primas, sendo que o Brasil é um dos principais exportadores. O PT conseguiu dividir algumas migalhas como pagamentos em dinheiro para os pobres (Bolsa Família) e aumentos no salário mínimo.
Mas esse auge acabou. Durante os dois últimos anos, o Brasil sofreu a pior queda econômica em décadas. Além da campanha pró-impeachment, tanto os aliados de Rousseff como os inimigos dela estão sendo investigados na Operação Lava Jato, que envolve propinas e esquemas de lavagem de dinheiro ligados à empresa estatal petroleira, Petrobrás. Grande parte da população considera que os políticos do país são um bando de ladrões. Com o pano de fundo da instabilidade política e a depauperação crescente, o PT perdeu grande parte da credibilidade que tinha entre as suas bases operárias. Essa revolta foi visível nos protestos de 2013, que foram detonados pelo aumento nas tarifas do transporte e se estenderam, mais tarde, contra o extravagante gasto do governo nos estádios para a Copa, e contra o péssimo estado dos serviços de saúde e ensino e a violência policial. Os partidos opositores de direita aproveitaram esse descontentamento para lançar uma grande campanha contra o PT.
Com as eleições marcadas para o ano seguinte, Rousseff tentou mobilizar seu apoio na base do PT, prometendo melhorar as condições de vida dos operários e dos pobres. Depois de ser reeleita em 2014, com uma margem estreita, abjurou imediatamente das suas promessas, e impôs a austeridade enquanto o país afundava cada vez mais na recessão. Isso serviu para desmobilizar e desmoralizar os trabalhadores e os oprimidos, encorajando ainda mais a direita, incluindo os aliados de bloco do próprio PT. Hoje, os protestos contra o governo, que mobilizam milhões de pessoas, são dirigidos pelas fações políticas reacionárias apoiadas pela oligarquia das mídias e os grupos empresariais pró-americanos.
Rousseff e aqueles que são leais ao PT denunciam os procedimentos do impeachment como um “ato violento” contra a “democracia”, e apresentam esse processo erroneamente como um golpe de estado. Essas afirmações são uma potente estratégia para amedrontar, invocando o medo, em uma sociedade onde ainda está viva a lembrança das feridas causadas pelo sanguinário regime militar iniciado com o golpe de 1964. Muitos trabalhadores, temendo que as forças da direita cheguem ao poder, estão se mobilizando em manifestações contra a revogação do mandato de Rousseff. O PT está usando esses protestos, cheios de bandeiras vermelhas e grande participação de agrupações esquerdistas e sindicais –principalmente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), associada ao PT– com a intenção de canalizar novamente a revolta dos operários para apoiar a frente popular. Enquanto isso, os líderes do PT tentam barrar o impeachment, oferecendo cargos no gabinete aos pequenos partidos burgueses em troca de votos pelo “não” no congresso.
Neste momento, o Brasil não está enfrentando um golpe militar para derrubar o governo, mas uma série de manobras sórdidas no interior do congresso para revogar a presidenta. Ser contra o impeachment de Rousseff significa dar um voto de confiança a frente popular dirigida pelo PT, isto é, apoiá-la politicamente. Favorecer o impeachment significaria apoiar as forças da direita mobilizadas contra Rousseff. Nós, marxistas, somos pela independência política do proletariado e afirmamos que a classe operária não tem lado nesse conflito.
O que a burguesia conseguirá com seus ataques contra os operários irá depender da resistência da luta operária. O proletariado brasileiro é a única força que tem o poder social necessário para dirigir a luta em nome de todos os oprimidos, desde os pobres urbanos das favelas até as mulheres e os camponeses sem terra. Essa perspectiva exige a criação de um partido operário revolucionário que lute por arrancar a base proletária do PT e dos sindicatos das direções atuais como parte da luta pela revolução socialista e o poder operário.
O Grupo Internacionalista: apêndice de esquerda da frente popular
Uma das versões mais combativas do colaboracionismo de classes no Brasil é a proposta pela Liga Quarta-Internacionalista do Brasil (LQB), filiada ao Grupo Internacionalista (GI) dos Estados Unidos. Como a maior parte da esquerda brasileira, eles mantêm a linha do “Não ao impeachment”, que equivale a apoiar politicamente a frente popular de Rousseff (www.internationalist.org, abril de 2016). Mesmo sem usar essa frase, o GI/LQB apresenta outra versão do mesmo bombo publicitário da maior parte da esquerda: a do “golpe judicial”, advertindo que “um estado bonapartista forte, dominado pelos tribunais e pela polícia” i.e., uma ditadura policial-militar– chegaria ao poder se Rousseff fosse afastada do mandato. Para camuflar a sua defesa de um governo burguês, o GI/LQB chama à ocupação de fábricas e à greve geral, reivindicando estar politicamente oposto ao governo.
Na verdade, a posição do GI/LQB não é mais do que uma posição apenas encoberta do oportunismo do “combate contra a direita”. Se eles gritam e esperneiam contra o “bonapartismo”, admitem, ao mesmo tempo, que um golpe de estado no Brasil é improvável, “com o impeachment, a direita teria obtido sua meta prioritária”. Denunciando ritualmente a frente popular e chamando a não votar por ela, o GI/LQB não oferece mais do que justificativas aparentemente marxistas para apoiar a linha da maior parte da esquerda reformista: salvar o governo de Rousseff.
O GI/LQB admite que o PT cometeu ataques contra a classe operária “quais nem mesmo a ditadura militar ousou a fazer”. Ao mesmo tempo, argumenta que um regime dos partidos parlamentares à direita do PT seria qualitativamente mais perigoso que do que a frente popular. Dentro do limite de suas forças, o GI/LQB está ajudando a incentivar a mesma aliança de colaboração de classes que pavimentou o caminho para a reação da direita.
O GI/LQB apregoa que “se ganha a direita bonapartista vão proceder com todo o peso do aparato judiciário-policial.” Como se o governo frente-populista do PT não tivesse mobilizado, uma ou outra vez o “aparato judiciário-policial” contra os operários e os pobres! Falem isso para as massas empobrecidas e predominantemente negras das favelas, que enfrentam todo dia o terror policial. Esse ano ainda, o governo de Rousseff aprovou uma draconiana lei antiterrorista que fortalece o poder repressivo do estado contra os protestos sociais.
O estado burguês –cujo núcleo é formado pelo exército, a polícia, o sistema penitenciário e os tribunais– existe para defender os interesses dos governantes burgueses contra os trabalhadores e os oprimidos. Em 1996, a LQB não teve problemas para convidar o estado capitalista a dirimir disputas sindicais através de uma série de processos judiciais (ver: “El encubrimiento del IG en Brasil: Manos sucias, mentiras cínicas”, em Espartaco n. 10, outono-inverno de 1997).
A história inteira do leninismo e do trotskismo é a história da luta contra a colaboração de classes e pela independência política da classe operária. Foi assim que o Partido Bolchevique conseguiu conduzir os operários da Rússia ao poder em Outubro de 1917. Depois da Revolução de Fevereiro, que derrubou a monarquia czarista, os mencheviques e social-revolucionários entraram num governo de coligação com forças burguesas. Os bolcheviques de V.I. Lenin denunciaram o fato como uma traição ao proletariado e se negaram a dar qualquer apoio ao governo de Alexander Kerensky.
Para dar um brilho de aparência ortodoxa à sua posição contra o impeachment, o GI/LQB invoca, num breve artigo (até agora publicado somente em português), um aspecto da Revolução Russa: a tentativa de golpe de estado que o general Kornilov empreendeu em agosto para derrubar o governo burguês de Kerensky, acabar com os sovietes e esmagar a revolução. Os bolcheviques responderam chamando a formar uma frente unida de todas as organizações operárias para esmagar a ofensiva contrarrevolucionária, lutando militarmente ao lado das tropas de Kerensky, mas sem deixar de fazer oposição ao governo.
O artigo do GI/LQB sobre o golpe de Kornilov reconhece a posição bolchevique, mas, no intuito de justificar a sua própria capitulação ao governo no Brasil, apaga magicamente a clara diferença que existe entre a defesa militar e o apoio político! Seu artigo faz uma relação de várias diferenças entre o Brasil de hoje e a Rússia de agosto de 1917: a Rússia estava em guerra, tinha uma situação revolucionária, tinha sovietes e um partido revolucionário de massas. Mas, desonestamente, omite uma diferença significativa: os operários russos enfrentavam um verdadeiro golpe militar; já os operários brasileiros enfrentam somente as vazias alusões retóricas a um golpe, que têm a intenção de garantir o seu apoio a um governo burguês.
Um ano depois do VII Congresso de 1935, em que a Internacional Comunista estalinizada adotou a política de Frente Popular, o líder bolchevique Leon Trotsky afirmou:
“Desde fevereiro até outubro, os mencheviques e os social-revolucionários, que representam um paralelo excelente dos ‘Comunistas’ e Social-Democratas, mantiveram uma aliança muito estreita e uma coligação permanente com o partido burguês dos cadetes, que juntos formaram uma serie de governos de coligação. Sob o signo dessa Frente Popular agrupava-se o conjunto da massa popular, incluindo os sovietes de operários, camponeses e soldados. É verdade que os bolcheviques participaram nos sovietes. Mas não fizeram nenhuma concessão à Frente Popular. O objetivo deles era romper a Frente Popular, destruir a aliança com os cadetes e instaurar um autêntico governo operário e camponês”.
—Leon Trotsky, “A secção holandesa e a Internacional” julho de 1936
Para os marxistas, a diferença entre defesa militar e apoio político é de vital importância. Durante a Guerra Civil Espanhola (1936-39), a frente popular colaborou com a repressão da revolução operária, pavimentando o caminho para a vitória das forças do general Francisco Franco. Naquela época, os trotskistas deram seu apoio militar à parte republicana, contra o Franco e os fascistas espanhóis. Em 1937, Max Shachtman, um dos dirigentes do Socialist Workers Party dos Estados Unidos, defendeu os créditos de guerra para o governo da frente popular sob o primeiro ministro socialista Juan Negrín. Shachtman perguntou: “Como poderíamos nos opor à concessão de um milhão de pesetas para comprar fuzis para a frente?” Numa carta de 1937, Trotsky insistiu em que a única política correta seria um “voto negativo” sobre o orçamento militar. Segundo explicou:
“Um voto no parlamento pelo orçamento financeiro não é uma simples ‘ajuda material’, mas um ato de solidariedade política...
“Tudo aquilo que o governo de Negrín faz, é feito sob a bandeira de necessidades da guerra. Se aceitarmos a responsabilidade política pela sua administração das necessidades da guerra, votaríamos politicamente por cada proposta séria do governo... Nessas condições, como poderíamos preparar-nos para derrubar o governo de Negrín?"
—“Carta a James P. Cannon” (21 de setembro de 1937)
Ao se opor ao impeachment, o GI soterra a linha de classes, aceitando os moldes dos reformistas –“o progressista vs. o reacionário”–, que já foram usados repetidamente para alegar que a oposição dos marxistas aos governos burgueses de esquerda favorece a direita. Essa acusação foi levantada num caso clássico de oposição à frente popular. Em 1964, o então líder trotskista Edmund Samarakkody e um dos seus camaradas votaram no parlamento pela emenda proposta por um político de direita que levou à queda de um governo de frente popular em Ceilão (hoje Sri Lanka). Essa ação principista e corajosa foi discutida na I Conferência Internacional da tendência espartaquista internacional em 1979. Nessa época o Samarakkody já tinha repudiado, incorretamente, seu voto de 1964. Nossos camaradas defenderam o seu voto em 1964; uma melhor opção teria sido que Samarakkody denunciasse o procedimento parlamentário e abandonasse o parlamento. Em 1979, contra a retratação de Samarakkody, o atual líder do GI, Jan Norden, que naquele momento era um quadro da nossa tendência, afirmou corretamente o seguinte:
“Outra objeção comum à nossa política de oposição proletária à frente popular é a acusação de que ela ajuda a direita. Mas, até estar preparado para derrubar o governo existente, toda oposição a uma frente popular no governo poderá ser acusada de ajudar a direita”.
—Spartacist (edição em inglês), n. 27-28, inverno de 1979-1980
Mas essa era outra época. Desde que levou um pequeno grupo de seguidores a sair da nossa organização, duas décadas atrás, Norden direcionou-se cada vez mais para a direita, escondendo o seu rasto com uma retórica pseudocombativa.
A classe operária não tem interesses em comum com os opressores e exploradores capitalistas. Durante a fase recente de governos burgueses de esquerda na América Latina –sejam eles frente populistas, como o do Brasil, ou populistas, como o da Venezuela e outros lugares–, somente a LCI levou ao proletariado este raciocínio de uma maneira consistente. Os mais de treze anos de governo do PT são um exemplo gráfico da lição que Marx tirou da experiência da Comuna de Paris de 1871: O proletariado não pode tomar as rédeas do estado capitalista para seus próprios interesses; deve esmagá-lo com uma revolução socialista que estabelecerá um estado operário em seu lugar.
Desencadear o potencial revolucionário do proletariado brasileiro exige forjar um partido revolucionário internacionalista, baseado na perspectiva da revolução socialista por todas as Américas e internacionalmente, especialmente no coração do imperialismo: os Estados Unidos. Somente a revolução socialista internacional, criando as bases para uma planificação socialista internacional, poderá garantir um desenvolvimento econômico qualitativo para os países que hoje estão sob a bota do imperialismo. A LCI luta para reforjar a Quarta Internacional de Trotsky como o instrumento necessário para levar a consciência comunista ao proletariado e para conduzi-lo ao poder à frente de todos os oprimidos.
http://www.icl-fi.org/portugues/oldsite/impeachment.html
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2014.02.04 17:06 happysformeandu 140 days report (Portuguese)

Olá pessoal, sei que todos estão bem e só por estarmos juntos nessa, significa que somos fortes, determinados e inteligentes, talvez acima de média. Não vou chegar ao extremo de dizer que somos vítimas de algum sistema ou de alguma falta (penalidade), mas o fato é que, se caímos na pornografia, então estávamos à deriva. Mas não vamos nos aprofundar... Fato é que estou aqui não apenas para dar meu depoimento, mas também para ajudar um ou outro, assim como me ajudaram tanto. Desde já, perdão pelo meu depoimento não ser em inglês: tenho domínio para ler, mas não para escrever. Como muitos outros, comecei a ver pornografia muito cedo, que eu me lembre, desde quando ganhei um computador do meu tio, em 2006. Eram fotos de modelos da Rússia, todas abaixo dos 25 anos de idade, depois, passei a ver vídeos destas mesmas modelos (Sempre perdendo muitas horas e pesquisando muito no Google). Meses depois, meu HD estava repleto de fotos e vídeos. Foi aí então que em 2007 eu comecei a sair com alguém, e notei uma discrepância enorme entre minha performance dentro do meu quarto, trancado e com todas aquelas imagens, variedade e corpos e a minha performance dentro do meu quarto trancado com aquele corpo real, de carne e osso (cheiroso, quente e bonito) que via na frente. Na frente do computador minha ereção era impressionante e minha calma também, já quando eu tinha que “dar conta do recado” e o que eu vislumbrava não eram apenas imagens, a ansiedade era enorme e apesar da beleza do corpo que se entregava para mim, minha insensibilidade àquilo também parecia ser enorme. Lembro-me de ficar me perguntado o que estava errado, quando voltava de carro da casa da minha namorada. O tipo de problema que ninguém diz que tem por que não percebe que tem... Impotência sexual aos 19 anos é muito complicado! Foi então que, numa faísca, minha mente percebeu que todo aquele material pornográfico atrapalhava minha vida e me deixava muito esquivo, isolado. Eu era apegado, extremamente apegado a um HD com fotos e vídeos de modelos da Rússia. Se alguém aí leu isso, por favor, não me fale o quanto isso é deprimente. Apaguei o material todo e depois me arrependi amargamente. Foi aí que comecei a surfar na internet atrás de algo que me desse a mesma emoção, e infelizmente, achei algo que me dava mais emoção ainda: Pornô Hardcore. Quanto mais eu encarava aquela abismo, mais aquele abismo me puxava para dentro. Chegou uma hora que eu me vi sem namorada, sem vontade de trabalhar, fumando, bebendo e viciado em pornografia. Várias vezes eu me relacionei com garotas bonitas (que me arrependo muito de ter deixado para trás), mas além do meu desempenho ser péssimo e ter de finalizar tudo sozinho, eu não conseguia criar laços. Quantas pessoas eu lembro de terem chorado por mim, e eu nem ligava... Em 2010 eu já era uma das piores pessoas que eu sabia da existência. Eu não sabia quanto a falta carinho, afeto, contato físico, cumplicidade e amizade faziam falta até eu me ver isolado do mundo, indo trabalhar apenas pelo salário e gastando todo esse salário para comprar coisas inúteis e supérfluas, bebendo e frequentemente dando trabalho aos que vivem à minha volta (pois eu bebia até não poder mais e cair de tão alcoolizado), comprando maços de cigarro, desprezando gente que não merecia e completamente sedado para a vida. Perguntarão-me: mas tudo isso aconteceu por causa da pornografia? E eu respondo: Não, a pedra no sapato não era a pornografia, mas o que a pornografia causava: Disfunção sexual. É duro e particularmente assustador ter 22 anos (naquele ponto) e não ter condições de fazer sexo. E o que mais me intrigava: Por que, mesmo não querendo, eu continuo vendo essa maldita pornografia, e por qual razão eu fico tão excitado com esse lixo? Foi aí que , aos 24, conheci uma mulher de 51 anos, que apesar de todas as dificuldades em administrar a opinião alheia sobre um relacionamento onde um dos envolvidos é 27 anos mais velho, me dava todo o afeto que eu precisava (pois em 2012 fui morar sozinho) e não me cobrava muito pela minha performance.O lado ruim da história: Ela não me cobrava por performances, mas eu sim...Muitas vezes fiz sexo com ela 4 vezes seguidas, uma atrás da outra, mas se me lembro bem, as duas primeiras eram pela sensação e as duas últimas era pelas fantasias, todas decorrentes das imagens pornográficas que já vi. Já cheguei a fazer sexo apenas com as fantasias na cabeça, sem nem ao menos me lembrar com quem eu estava. Assumo que fazer sexo para testar a própria performance e para superar os limites é algo bem infantil e típico de um cara muito inseguro. Calmamente então tive a chance de colocar a cabeça no lugar e parar com todos aqueles comportamentos destrutivos, menos um... Adivinhem! Sim, eu ainda via pornografia. Ainda fazia sexo fantasiando aquelas imagens. Foi quando li numa notícia em um site qualquer que um estudo italiano relacionava o consumo de pornografia com impotência sexual por ansiedade. Um clique aqui, outro clique ali e cheguei ao YBOP. Agora percebo que não se trata de superar os limites, mas de respeitá-los. Meu “reboot” vai demorar mais tempo pois eu ainda faço sexo com frequência e uma vez ou outra eu acabo fantasiando. Isso é péssimo e, por alguma fraqueza, fazer sexo apenas uma vez me dá a impressão de que preciso mais ou de que minha parceira precisa mais, então acabo tendo que fantasiar um pouco. Mas quanto mais longe da pornografia eu fico, menos necessidade de fantasiar eu tenho e mais eu me respeito. Fiz sexo e não quero fazer outra vez? Não faço, pois é melhor não fazer, do que fazer fantasiando. Me masturbo cada vez menos também. Seria bom se eu entrasse por três meses em “hard mode”, e evitasse tudo isso. Não sei se milagres existem e nem sei se isso chegou perto de ser, mas vocês deram a maior ajuda que eu precisava na vida. Estou livre de pornografia a exatamente 141 dias (cometi duas faltas neste período: nos dias 122 e 123 acabei acessando pornografia novamente, e pude perceber o quanto não só as imagens e a grande capacidade de estímulo que ela tem podem ser prejudiciais quando se deita na cama com alguém, mas também como a própria ansiedade que o contexto por ter cometido um relapso dispara) e estou cada vez melhor. Não foram dias fáceis, posso dizer que foi o período mais sombrio nos meus quase 26 anos de idade, seja pela ansiedade, seja pelo sentimento de baixeza, seja pela expectativa exagerada que tudo isso gerou, mas cheguei ao fundo do poço pelos meus próprios padrões, e minha definição de fundo do poço é a seguinte: Beber, fumar, morar sozinho e ver pornografia...só me faltava um vídeo-game para me trancar em casa e nunca mais sair. Toda essa falta de autocontrole ainda fica evidenciada no apego que tenho à minha contagem de dias, pois quero chegar num ponto onde eu esteja realmente controle, que não precise mais riscar os dias no calendário, nem me policiar tanto para não ver pornografia. É triste saber que, talvez sem esse calendário, minha motivação caia e eu corra o risco de entrar na montanha russa novamente. Mas eu chego lá. Morar sozinho não é fácil, pelo menos para mim, e como a pornografia é um vício como qualquer outro (tão tóxico e destrutivo quanto pó, maconha atc... só que todos acham normal), tenho orgulho por estar “limpo” e não ter precisado recorrer a nenhum profissional. Recorri a vocês! Quase perdi meu emprego e muitas vezes perdi minha sanidade, tudo por causa de uma seção de pornografia pesada por dia, de duas a três horas em frente ao computador desperdiçando minha vida, meu tempo e o mundo ao meu redor, por seis anos. Nos dia 124, tive que apelar e instalei o K9 no meu computador...A senha é o número de série do celular de um desconhecido e não tenho mais acesso ao email que forneci para redefini-la, mas eu sei o quanto isso denota minha falta de controle. Poderia ver pornografia a qualquer momento, em qualquer outro computador, mas sei que é um passo para trás, um grande passo para o retrocesso. Evitar a pornografia é um dos meus maiores desejos e tem se tornado minha maior graça. A libido de uma pessoa e suas pulsões sexuais são a maior parte dela (não há como negar), e quando algo manipula, deturpa, anestesia e destrói a libido de uma pessoa, então ela pode se considerar destruída. Muitos só assistem pornografia por pensarem que toda aquela fúria sexual é o néctar da vida e a essência da libido, mas quando se veem dependentes disso, não percebem que já virou um vício. Alguns não vão perceber nunca, outros perceberão e passarão por tudo isso que nós estamos passando. Colocar as coisas nos eixos é uma batalha e demora até percebermos o tamanho do dano. Muitos dirão que a pornografia não atrapalha suas vidas em nada, mas talvez nunca tentaram abandonar isso para ver o quão deletério é esse vício. Um abraço aqui do Brasil a todos, obrigado pela ajuda e espero muito poder ter ajudado.
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